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Categories » ‘meio ambiente’

Filhote de baleia franca é visto com rede de pesca presa na cabeça

agosto 6th, 2012 by

“Especialistas” dizem que o recomendável é deixar que o material se desprenda

Na terça-feira uma equipe do Instituto Baleia Franca deve passar pela região e tentar ver o animal
Foto: Carlos Magagnin / Divulgação
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Um filhote da baleia franca foi avistado na tarde de sábado próximo a entrada da baía da Pinheira, em frente a Praia do Maço. As fotos de um leitor mostram que o animal estava com um rede de pesca presa na cabeça.

De acordo com o Instituto Baleia Franca (IBF), que monitora a passagem desses animais pelo Litoral catarinense, eles também receberam as fotos e pelo que puderam observar, a baleia não apresenta nenhum tipo de ferimento e nem parece ter a sua locomoção comprometida. Uma equipe do IBF deve ir até a região nesta terça-feira para tentar observar o animal de perto.

— Como não há um comprometimento do animal, não há necessidade de arriscar um procedimento de retirada da rede, uma vez que é trabalhoso e arriscado — explicou Karina Groch, diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca.

Segundo Karina, os profissionais do instituto passaram por um treinamento recente, com um especialista dos Estados Unidos, sobre este tipo de procedimento de retirada de rede. O IBF ainda não possui todas as ferramentas necessárias para isso, mas teria condições de remover caso o filhote estivesse realmente comprometido.

A diretora explicou que as baleias passam pelas redes de pesca, arrebentam o material e parte dele agarra nas calosidades que elas têm na cabeça.

— Todo ano isso acontece. Pelo que acompanhamos, normalmente, essas redes saem sozinhas, sem nenhum tipo de intervenção.

DIÁRIO CATARINENSE

Criaturas do mar

julho 26th, 2012 by

Nova série no blog.

Criaturas de hoje: ELEFANTES

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Começou a temporada de observação de baleias

julho 23rd, 2012 by

As Baleias-Francas já começaram a chegar ao litoral de Santa Catarina.

Ainda são a segunda espécie mais ameaçada de extinção.

Saiba mais no site do Projeto Baleia Franca.



Baleias em Santa Catarina from Ararê on Vimeo.

PF apreende uma tonelada de peixes em operação de combate a pesca ilegal na Grande Florianópolis

julho 13th, 2012 by

Sonar e rede de pesca do barco flagrado com a carga ilegal foi recolhida

Duas embarcações da PF e do ICMBio flagraram peixe escondido no porão do barco Foto: Divulgação / Polícia Federal

Uma embarcação foi flagrada pela Polícia Federal e fiscais do Instituto Chico Mendes (ICMBio) na altura da Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos, com aproximadamente uma tonelada de peixes capturados ilegamente. A carga estava escodida no porão do barco, que já estava transportando 300 Kg de corvina de forma também irregular. Todo o material foi apreendido e doado para o programa Mesa Brasil do SESC.

A operação foi realizada no fim da tarde da última quinta-feira e  envolveu policiais do Nepom (Núcleo de Polícia Marítima) de Florianópolis, que estavam a bordo de duas embarcações.

Os agentes flagraram a traineira Andre Macari I logo após a captura das corvinas, de acordo com as declarações dos pescadores feitas à PF. A pesca de corvina por cerco de traineira é proibida pela portaria 43/2007 do Ibama nas regiões Sul e Sudeste do país.

Ao descarregar o pescado, a PF e os fiscais do ICMBio ainda encontraram o porão onde estava estocado mais 800Kg de corvina e outros 200Kg de espécies variadas de peixes.

O mestre do barco, que não teve o nome divulgado, foi preso em flagrante e conduzido à Superintendência da Polícia Federal em Florianópolis. A embarcação foi apreendida e levada para o Nepom, em Florianópolis, onde a rede de pesca e o controle do sonar foram apreendidos pelo ICMBio.

Em nota, a PF afirmou que esta ação do Nepom realizada em parceria com o ICMBio faz parte de um conjunto de atividades de repressão a pesca ilegal de corvina no norte da Grande Florianópolis, que é reliazada por pescadores artesanais, conforme a orientação da portaria.

DIÁRIO CATARINENSE

Começa operação para desencalhar navio Costa Concordia

julho 12th, 2012 by

Equipes começam a trabalhar 6 meses após o naufrágio que matou 32 pessoas

Costa Concordia seis meses depois do naufrágio que deixou 32 mortos (Vincenzo Pinto / AFP)

A complexa operação para desencalhar o transatlântico Costa Concordia começou nesta quinta-feira na ilha italiana de Giglio, na Toscana (centro), seis meses depois do naufrágio que deixou 32 mortos. As equipes já começaram a trabalhar em torno do navio, que continua virado perto da ilha. O resgate, considerado um verdadeiro desafio técnico, é auxiliado por lanchas e um guindaste e é considerado de alto risco ambiental por ser realizado em área protegida.

A primeira etapa do esforço para desvirar a embarcação foi retirar pedaços de rochas que ficaram presas no casco do navio após o choque ocorrido em 13 de janeiro.

Leia também: Schettino pede perdão, mas se diz ‘vítima do sistema’

Paralelamente, a população da ilha prepara uma homenagem às vítimas. Na sexta-feira haverá uma missa na igreja do porto com a presença dos parentes dos mortos na tragédia, após a qual será realizado um concerto ao ar livre com o coro e a orquestra da cidade de Grosseto (Toscana).

O Costa Concordia transportava 4.229 pessoas (3.200 turistas de 60 nacionalidades e 1.029 tripulantes), quando colidiu com uma rocha perto da ilha de Giglio.

(Com agência France-Presse)

Fonte: Veja

Ilha do Arvoredo pode virar parque

julho 9th, 2012 by

Audiência pública hoje, na Assembleia Legislativa, discute projeto

Ilha fica entre Florianópolis e Bombinhas Foto: Edu cavalcanti / Agencia RBS

A transformação da Reserva Biológica Marinha da Ilha do Arvoredo em Parque Nacional será tema de audiência pública, hoje, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis. A ideia é enviar o projeto de lei, que altera a classificação da unidade de conservação, para a Câmara dos Deputados amanhã.

A audiência foi convocada pelo deputado Esperidião Amin, autor do projeto que propõe a reclassificação, junto com o deputado Rogério Peninha Mendonça. O debate é necessário para que propostas que modifiquem o regime de unidade de conservação possam ser votadas. Ele seguirá os regimentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que terá representantes presentes.

— Dificilmente teremos um consenso, mas se tudo correr bem e se a reunião tiver êxito hoje apresentamos o projeto na Câmara de Deputados e também conversaremos com os senadores, para que ele seja analisado no Senado — informa Amin.

A Ilha, foi oficializada como reserva por decreto em 12 de março 1990, pelo então presidente José Sarney. Para alterar o texto, apenas com um projeto de lei. Esta é a terceira vez que a mudança é proposta.

— O decreto foi uma decisão unilateral. A legislação evoluiu, e para modificar o decreto exige uma audiência. Que tenhamos a presença de técnicos e cidadãos interessados numa ou em outra posição — ressalta o deputado.

A reserva, da maneira como é, determina a preservação total dos recursos naturais, com a proibição da visitação pública, exceto para pesquisas e educação ambiental. Uma área ao sudoeste da Ilha permite mergulhos.

O parque nacional permitiria atividades de recreação, educacionais e de turismo ecológicos. Nos dois casos, pesca e construções ficam proibidas e qualquer intervenção deve considerar a manutenção dos ecossistemas.

Para Amin, a transformação de reserva em parque é necessária para tornar a Ilha conhecida e ainda mais preservada. Ele também aposta num turismo sustentável, como é feito em Fernando de Noronha. Chefe da reserva biológica da Ilha do Arvoredo do ICMBio, Caio Eichenberger, que estará na audiência, diz que o órgão não tem posição formada sobre o assunto. Depois de duas reuniões com o conselho, não se chegou a um consenso. Caso vire um parque, teria que ser estudada a capacidade do local e definir áreas de visitação.

— Não é um lugar fácil de levar turista e é perigoso — observa.


Vantagens

As operadoras de mergulho poderiam auxiliar na fiscalização do parque.

Conhecendo o parque, os visitantes perceberiam a importância de preservar os recursos naturais.

Mergulhadores e as operadoras contribuiriam para a retirada de lixo que chega com a corrente.

Os valores arrecadados ajudariam na manutenção

Seria o último grande ponto de mergulho do Sul.

Desvantagens

Não há um estudo detalhado dos impactos sobre a presença humana na área.

Há formações de bancos de corais e de algas calcárias que poderiam ser destruídas com a batida de nadadeira de um mergulhador inexperiente.

São muitos os pontos com restrições biológicas. O acesso à parte terrestre é difícil, com muitas rochas e inclinações.

Da exploração à preservação

Nas décadas de 1950 e 1960, a área da atual reserva era muito explorada. Eram apturados centenas de quilos, em um dia, de peixes mero e tubarões-mangonas.

Apesar da oficialização como reserva, em 1990, a fiscalização pelos órgãos ambientais não conseguia coibir os infratores.

A partir de 1997, começaram a se intensificar as pesquisas na região. Nessa época, foram colocadas algumas âncoras fixas no fundo, que seriam amarradas em boias e poderiam evitar o impacto de âncoras móveis no fundo da reserva.

O plano de manejo da reserva foi concluído em 2004, estabelecendo as zonas que não podem receber visitação e as que suportam a pesquisa ou mesmo o mergulho para educação ambiental.

Curiosidade

A Ilha do Arvoredo serviu como porto de chegada, no fim do século 18, para os contrabandos de mercadorias trazidas por holandeses para abastecer Florianópolis. Eram tecidos finos, tapetes, vinhos, lâmpadas, leques, gravatas, luvas, louças. Para chegar à Capital, as mercadorias eram deixadas na Ilha do Arvoredo à noite. Na noite seguinte, barcos saíam da localidade de Ponta das Canas, Norte da Ilha, para buscar o contrabando. Abastecidos, os barcos voltavam na outra noite.

Julia Antunes Lorençojulia.antunes@diario.com.br

ClicRBS


Universidade recebe pinguins resgatados em praias no Norte de Santa Catarina

junho 22nd, 2012 by

Laboratório da Univali faz atualmente o tratamento de pelo menos cinco dessas aves

Alguns pinguins sofrem com a contaminação por óleo
Foto:Univali / Divulgação

Nessa época do ano, Santa Catarina recebe em seu litoral visitantes do extremo sul da América do Sul. Os pinguins vem da Patagônia, direcionados pelas correntes das Malvinas e tempestades oceânicas.

E hoje pelo menos cinco deles estão em tratamento no Laboratório de Reabilitação de Aves Marinhas do Centro de Ciência Tecnológica da Terra e do Mar (CTTMar), da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Penha, no litoral Norte do estado.

Gilberto Caetano Manzoni, coordenador do laboratório, explica os animais recebidos pelo laboratório estão em boas condições de saúde e que, provavelmente, apenas se perderam do bando. Se a recuperação ocorrer de acordo com o previsto eles devem ser encaminhados para a sede da Policia Ambiental, em Florianópolis, até a terça-feira.

Essa, no entanto, não é a realidade da maioria das aves que chegam ao Estado, conta o pesquisador. Ele explica que, na jornada dessas aves, algumas, sofrem com a contaminação por óleo, que os compromete tanto interna como externamente.

— O óleo danifica a função de impermeabilidade das penas fazendo com que a água alcance a pele do animal. Consequentemente, as aves sentem frio pela queda da temperatura corporal. Nesse momento ele sai da água para se aquecer -—, diz.

Quando deixam a água, acabam gastanto muita energia para manter a temperatura do corpo, e enfraquecem.

Moradores da região ou órgãos ambientais, ao encontrarem os “visitantes” nesses condições, devem entrar em contato com o Laboratório de Reabilitação de Aves Marinhas do CTTMar/Univali.

Esse laboratório é responsável pelo monitoramento das ocorrências e recuperação das aves marinhas debilitadas que ocorrem na região. O telefone é (47) 3345-5980.

A NOTÍCIA

Arvoredo: Reserva ou Parque?

março 16th, 2012 by

Pescadores são presos na Reserva do Arvoredo, em Santa Catarina

Dois homens foram flagrados e tiveram lancha e materiais de pesca apreendidos

A legislação determina preservação total da Ilha e visitas públicas são proibidas

Foto: Edu cavalcanti / Agencia RBS

Na tarde desta quinta-feira dois homens foram flagrados pescando no interior da Reserva do Arvoredo, na Ilha das Galés, em Santa Catarina. Também foram apreendidos uma lancha e equipamentos para a prática da pesca.

A reserva abriga espécies de animais raras ou ameaçadas de extinção e tem uma amostra significativa de Mata Atlântica e sítios arqueológicos que podem ter até 4 mil anos de idade.

No mesmo local, foram presas recentemente outras três pessoas praticando pesca ilegal. A Polícia Federal está mantendo uma fiscalização sistemática na área de atuação da Superintendência da PF em SC, reprimindo os crimes ambientais. A operação é realizada em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e com a Delegacia de Polícia Marítima (DEPOM).

Parque ou reserva?

Desde que foi oficializada como reserva, em 1990, especialistas, políticos e outros representantes da comunidade dividem opiniões sobre qual seria a titulação correta: Parque Nacional ou Reserva Biológica Marinha do Arvoredo?

Atualmente, a legislação determina a preservação total dos recursos naturais, com a proibição da visitação pública, salvo exceções como pesquisa e educação ambiental.

DIÁRIO CATARINENSE

* Se fosse um parque, com visitantes e mergulhadores, a pesca ilegal seria inibida.

Golfinhos encalham em Arraial do Cabo – RJ

março 8th, 2012 by

Mas são salvos por banhistas.

Aconteceu no dia 05 de março, as 08:00hs.


Via YouTube

Polícia Federal e Ibama realizam operação de combate à pesca ilegal na Baía Norte de Florianópolis

fevereiro 24th, 2012 by

Um pescador foi preso em flagrante com peixes, camarão e siris de pequeno porte

Foto: Polícia Federal / Divulgação


Na madrugada desta sexta-feira um pescador foi preso em flagrante próximo à praia da Daniela, na Baía Norte de Florianópolis com 58 quilos de pescado utilizando a técnica do arrasto, que tem como característica o fato de revolver o solo do oceano capturando espécies ainda em fase de desenvolvimento e sem nenhuma seleção.

A operação foi coordenada pela Delegacia Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (DEPOM) junto com o junto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)

O pescador foi encaminhado para o DEPOM, no Estreito, e conduzido à Superintendência da Polícia Federal, onde foi lavrado o flagrante. Entre o que ele havia pescado, destacava-se o camarão, siri e linguado, vários deles de pequeno porte.

Foram apreendidas a embarcação, motor, redes, cabos e pescado e aplicadas multas que chegam a 1.860 reais, sendo 700 reais pela infração cometida e 1.160 reais a título de indenização, 20 reais por quilo de pescado capturado.

Segundo Alessandro Queiroz, chefe da Divisão de Controle e Fiscalização do IBAMA em Santa Catarina, a pesca de arrasto dentro da baía norte é proibida para redes de arrasto puxadas a motor.

— A embarcação está classificada como artesanal, mas estava pescando em área proibida e com petrechos proibidos — explica.

Dos 58 quilos de pescado apreendidos, 23 estavam vivos e foram devolvidos ao seu habitat natural, o restante foi doado à Sociedade Espírita de Assistência Tereza de Jesus, da cidade de São José, situada na grande Florianópolis.

Esta ação foi motivada por recentes denúncias apresentadas por pescadores artesanais de Florianópolis. Qualquer irregularidade relativa ao meio ambiente pode ser denunciada por meio da Linha Verde do IBAMA, cujo número é 0800 61 8080. A ligação é gratuita e o denunciante não precisa se identificar.

Roberta Ávila

DIÁRIO CATARINENSE