Entrar



Archive for junho, 2010

Cresce o risco de SC perder o estaleiro

junho 30th, 2010 by

A decisão da OSX, empresa empreendedora do estaleiro naval, de abrir um licenciamento paralelo para o projeto de Biguaçu no Porto do Açu mostra que a questão do prazo tem grande importância para o negócio, até porque a previsão de início da produção era para o segundo semestre do ano que vem. Mas, além disso, outros diferenciais logísticos como a proximidade de matérias-primas também podem pesar. O projeto estava certo para Santa Catarina, faltando apenas a licença ambiental. Mas o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Roberto Monteiro, deixou claro que, agora, a decisão será tomada após as licenças, que podem sair para os dois locais.
A mobilização de lideranças catarinenses para manter o projeto é fundamental porque o governador do Rio, Sérgio Cabral, é articulado e está mais próximo do grupo EBX. O risco de SC perder o empreendimento mostra o quanto o rigor ambiental para grandes projetos pode trazer altas perdas econômicas. Sem o estaleiro, a região perderá, numa primeira fase, mais de 4 mil empregos diretos, o dobro de indiretos, o Instituto de Tecnologia Naval, uma série de serviços e alta arrecadação tributária. Mas a mesma região recebeu e ainda recebe construções que afetam o meio ambiente, e centenas de barcos trafegam sobre os golfinhos.

Perda do instituto

Se o estaleiro não ficar em Santa Catarina, o Estado deverá perder, também, o Instituto de Tecnologia Naval (ITN), que daria suporte técnico ao empreendimento. O diretor da Fundação Certi, José Eduardo Fiates, que, paralelamente, está negociando com a OSX a instalação da instituição no Sapiens Parque, diz que o Estado perderá muito em conhecimento científico se o projeto não ficar aqui. A proposta do ITN inclui a participação das universidades da região: UFSC, Unisul, Univali e Instituto Técnico Federal.

Análise ambiental

A análise ambiental que o Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi está fazendo para colaborar no licenciamento ambiental para o estaleiro da OSX em Biguaçu será apresentada em workshop no final da próxima semana. Ontem, o biólogo Marcos Daré esteve no Rio de Janeiro apresentando resultado preliminar para técnicos da OSX, informou o diretor executivo da fundação, José Eduardo Fiates. Segundo ele, as soluções apontadas por técnicos do Brasil e exterior são bastante razoáveis.

Fonte: Estela Benetti – ClicRBS

Baleias Franca chegam a Santa Catarina

junho 29th, 2010 by

Uma equipe de voluntários do PBF/Brasil  (Projeto Baleia Franca) efetuou o primeiro registro oficial de baleias na manhã desta terça-feira, no litoral catarinense.  Três grupos formados por cinco animais foram avistados na Praia de Itapirubá, sede do projeto, localizada entre as cidades de Imbituba e Laguna, no litoral sul de Santa Catarina.

“Durante o monitoramento realizado nesta manhã, registramos três imagens, dos quais dois adultos e uma fêmea com filhote foram vistos na Praia Sul, enquanto outras duas fêmeas com filhote foram vistos na Praia Norte de Itapirubá”, afirmou o gerente de campo do Projeto Baleia Franca, Rodrigo De Rose.

A espécie visita o litoral catarinense entre os meses de julho e novembro com a finalidade de acasalar, procriar e amamentar os seus filhotes. De acordo com a Diretora de Pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, a expectativa é de que nesta temporada o número de baleias franca visitando o Estado se aproxime do total registrado há três anos, quando 114 animais foram catalogados pelo PBF/Brasil.

Fonte: eBand

Duas fotos de domingo

junho 29th, 2010 by

Gansos no hotel em Águas Mornas..

É só ver alguém por perto e lá vem eles pedir comida
Antes, eram em grande número, agora só restam três
Fotos: Ararê

Plano B da OSX

junho 29th, 2010 by

A OSX, empreendedora do estaleiro, informou em seu comunicado ao mercado que o processo de licenciamento que está iniciando no Rio de Janeiro não elimina as negociações para a instalação do projeto em Biguaçu. Segundo a assessoria de imprensa da companhia, os processos serão desenvolvidos paralelamente porque se não der certo em Santa Cantarina, a segunda alternativa já estará em andamento, o que reduz o atraso do empreendimento.

Leia o comunicado na íntegra:

Rio de Janeiro, 29 de junho de 2010 – A OSX Brasil S.A. (”OSX”); (Bovespa: OSXB3), empresa privada brasileira dedicada ao setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, por meio de atuação integrada nos segmentos de construção naval, afretamento de unidades de exploração e produção (E&P) e serviços de operação e manutenção (O&M), em paralelo ao licenciamento ambiental do estaleiro de sua subsidiária OSX Construção Naval SA na Cidade de Biguaçú, Estado de Santa Catarina, vem a público comunicar ao mercado que:

1.  Em atenção aos pleitos da população do norte do Estado do Rio de Janeiro por soluções para as severas enchentes e inundações, o Governo do Estado do Rio de Janeiro aprovou, em 31 de março de 2010, a contratação da execução do Plano de Macro-Drenagem da Baixada Campista.  O Plano de Macro-Drenagem contempla, como um de seus principais canais de drenagem, o Canal Campos-Açu, que desaguará no mar através do Complexo Industrial do Superporto do Açu (o “Complexo Industrial do Açu”), que está sendo implementado no Município de São João da Barra pela LLX Açu Operações Portuárias S/A (”LLX Açu”), subsidiária da LLX Logística S.A. (”LLX”), empresa do grupo EBX.

2. A abertura de um canal interno de navegação propicia a instalação, às suas margens, de um estaleiro com cais de mais de 3.500 metros de extensão no Complexo Industrial do Açu (”Estaleiro do Açu”) e, nesse sentido, o Governo do Estado do Rio de Janeiro enfatizou seu convite à OSX para que venha a instalar ali o seu estaleiro, trazendo para o norte do Estado do Rio de Janeiro a geração de até 10.000 novos empregos diretos na fase de operação e 3.500 novos empregos diretos na fase de construção.

3. Nesse contexto, a OSX, em parceria com a LLX, aprofundou estudos sobre a pré-viabilidade da implantação do Estaleiro do Açu, cujo lay-out conceitual já foi aprovado pela parceira tecnológica da OSX, Hyundai Heavy Industries Co., Ltd. (”Hyundai”), líder mundial em construção naval.

4. Como resultado, a OSX iniciou o processo de licenciamento ambiental para a implantação do Estaleiro do Açu, perante o órgão licenciador ambiental competente no Estado do Rio de Janeiro.

5.  O Estaleiro do Açu será dedicado à construção de equipamentos navais numa área total de aproximadamente 320 hectares no Complexo Industrial do Açu, com capacidade de produção anual inicial de aproximadamente 180.000 toneladas/ano de chapas de aço e 220.000 toneladas/ano de montagem. A alternativa da implantação do Estaleiro do Açu não representará alteração orçamentária significativa para a Companhia, e estima-se que o licenciamento ambiental de sua instalação ocorrerá até abril de 2011.

6. O Complexo Industrial do Açu oferece ao Estaleiro do Açu uma plataforma de desenvolvimento integrada às empresas da sua cadeia de suprimentos, como siderúrgicas, pólo metal-mecânico e outros fornecedores e prestadores de serviço da indústria naval que serão atraídos para o Complexo.

7.  O estaleiro que a OSX construirá e operará no País destina-se a suprir a demanda nacional por equipamentos navais para a indústria brasileira de petróleo e gás, sempre de acordo com os mais altos padrões de tecnologia e de sustentabilidade, em consonância com os demais projetos empresariais do Grupo EBX, e em atenção aos legítimos interesses da Companhia, de seus acionistas, de seus clientes e das demais partes interessadas envolvidas.

Rio de Janeiro, 29 de junho de 2010

Roberto Bernardes Monteiro
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Para acessar o documento, clique aqui.

Sobre a OSX

A OSX é uma Companhia do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, com atuação em três segmentos: construção naval, afretamento de Unidades de E&P e serviços de O&M. A OSX foi constituída para suprir a demanda da indústria por soluções de serviços integrados aos campos de petróleo e gás natural. Em março de 2010, a empresa captou recursos na ordem de R$ 2,5 bilhões em sua oferta pública de ações, no 7º maior IPO primário da história da BM&FBOVESPA. A OSX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infraestrutura. Para mais informações visite o site: www.osx.com.br

Fonte: Estela Benetti – ClicRBS

Exponautica 2010 é um sucesso!

junho 26th, 2010 by

A Marina Pier 33 ficou pequena! O público compareceu em peso na tarde de sábado para ver os lançamentos e produtos na Exponautica 2010.

O tempo ajudou, fez sol e calor no inverno de Santa Catarina, e os barcos foram para a água. Muitos testando as futuras embarcações, muitos curiosos, alguns vendo pela primeira vez os barcos de luxo no Rio Biguaçu.

Mais uma vez tenho que falar da excelente organização, que mesmo com a enorme quantidade de visitantes, foi impecável. Desde os seguranças nas ruas próximas a marina até os funcionários da mesma, sempre atenciosos e dispostos a dar atenção a cada um que passava por lá.

Muitas pessoas – estava difícil caminhar!
Clima agradável para bons negócios!
Brinquedos para todos!
Pintura especial na Millenium 300 muda de cor com o sol
Monitor no painel mostra a câmera da popa
Bayliner 310 com bandeira americana – será que viram o jogo hoje???
Muito “trânsito” no rio hoje…
Colocando ordem nos barcos
Funcionários da Marina – deixam os barcos sempre prontos – são indispensáveis!
Muitos barcos e um grande público!
Talvez o lugar mais concorrido – tinha até dominó!?!?
Fotos: Ararê

A Exponautica 2010 já começou!!

junho 25th, 2010 by

A Exponautica está acontecendo na Marina Pier 33, em Biguaçu na grande Florianópolis.

Está muito bem organizada, com fácil estacionamento e muita segurança do lado de fora. Dentro, muitas atrações nos estandes e na água.

Vários estaleiros, alguns novos inclusive, estão expondo seus barcos e outros produtos. Roupas, motos, carros, muitos acessórios para embarcações, revestimento ecológico para decks – Flexiteek – que é a “teca sintética do século 21″.

Lançamentos imobiliários, blindagem de veículos e até o polêmico Estaleiro da OSX. Também está presente a Marinha do Brasil, que está fazendo a prova para Habilitação de Arrais Amador.

Lanchas na água – um test-drive pode ser agendado!
O catamarã do projeto Velejando com Deus está presente
Muitos estandes e muitos barcos – diversos estaleiros
Difícil saber qual o estande mais bonito
Várias novidades – chega de carvão!
O único veleiro da feira para venda. Um belo projeto de Nestor Völker
Projeto do Estaleiro OSX – será que vai ser mesmo construído?
Veículo blindado – infelizmente cada vez mais necessário
Canoas Havaianas – estão presentes e farão uma corrida na manhã de sábado
Início da noite – hora do pit-stop no bar à beira do rio
Fotos: Ararê


Golfo do México visto do espaço

junho 24th, 2010 by

Foto da NASA mostrando a dimensão do vazamento de óleo no Golfo do México.

Abaixo, um vídeo do Greenpeace mostrando o Delta do rio Mississipi, uma das áreas mais atingidas pelo óleo.

Botos na Praia da Armação

junho 23rd, 2010 by

Hoje o dia foi dos botos. No momento que um grupo de pescadores se preparava para capturar um cardume de tainhas, dois botos apareceram e acabaram com a festa. Espantaram as tainhas e ficaram se divertindo nas ondas.

Sorte das tainhas que hoje escaparam das redes, que parecem querer tirar todos os peixes do mar. Sorte que ainda temos botos…

Vídeo: RBS vídeos

A Terra está esfriando?

junho 23rd, 2010 by
Foto: Deviantart – Nickdan

ENTREVISTA: Luiz Carlos Molion, meteorologista

Luiz Carlos Molion é daqueles que não temem nadar contra a maré. Paulista, formado em Física pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado em Meteorologia, na Inglaterra, o professor da Universidade Federal de Alagoas expõe ao mundo um argumento bem diferente daquele apresentado pela maioria dos meteorologistas ligados ao Painel Intergovernamen-tal sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Representante da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion revela que o planeta está passando por um processo de resfriamento. Com mais de 40 anos de experiência em estudos do clima, o pesquisador afirma que o homem e suas emissões de carbono não causam o aquecimento global, que já serviu de pano de fundo para filmes e documentários. Molion vai além: denuncia que as medições dos níveis de carbono são manipuladas para atender a interesses econômicos. O buraco da camada de ozônio também está na mira do especialista. Para ele, o rombo não passa “de balela”. Ontem à noite, ele palestrou sobre as mudanças climáticas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis, e, pela manhã, conversou com a reportagem do Diário Catarinense.

Diário Catarinense – Enquanto o mundo tenta frear as emissões de carbono, o senhor diz que o aquecimento global não existe e que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion – Ao contrário do que se diz, o homem não é capaz de influenciar o clima global. Por isso, as emissões de carbono não influenciam na temperatura da Terra. O Sol, fonte de energia do sistema climático, causa variações repetitivas. A cada 90 anos, o astro alterna períodos de atividade máxima e mínima. Registros apontam que o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e início do século 20. Desde 2008, entramos nesse pico que deve se estender pelos próximos 22, 24 anos.

DC – Até lá, a temperatura da Terra vai diminuir?

Molion – Sim, a radiação que chega vai diminuir e favorecer a queda da temperatura em até 0,3ºC. O clima global também será afetado pela queda de temperatura da água dos oceanos. Teremos invernos mais rigorosos com muita geada em Santa Catarina. O sistema Argo, 3,2 mil boias espalhadas pelos oceanos para medir a temperatura e salinidade, mostrou a perda de calor. Como os oceanos fazem parte de 71% da superfície terrestre, eles são fundamentais para o clima do planeta. Só o Pacífico ocupa 35% da superfície e está resfriando desde 2000.

DC – O resfriamento do Pacífico contraria a elevação da temperatura média da Terra divulgada pelos relatórios oficiais do IPCC. Como o senhor explica?

Molion – O problema é que os termômetros estão instalados em cidades muito urbanizadas que registram uma diferença de 3ºC do campo. Outro fator é que os dados colhidos são ajustados para mostrar um falso aquecimento. Manipulam para que os invernos fiquem mais amenos e os verões mais quentes. Hackers invadiram o sistema de um dos braços direitos do IPCC e perceberam as modificações feitas de propósito. O aquecimento, a exemplo do buraco da camada de ozônio é balela. Deixaram a ciência de lado para se tornarem um negócio para empresas que querem expandir os lucros.

DC – Qual o interesse em manipular dados sobre a temperatura?

Molion – O aquecimento, agora, é uma plataforma política e econômica. Reduzir as emissões de carbono é reduzir a geração da energia elétrica, base do desenvolvimento de qualquer lugar. Como existem países que têm a sua matriz calcadas nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, seriam os mais afetados, como sempre. Os ricos, mesmo não tendo mais recursos naturais disponíveis poderiam reduzir. Mas para não morrer de frio precisariam consumir mais energia e também seriam afetados pelo resfriamento.

DC – A redução de CO2 proposta na Conferência de Copenhague é válida para algo?

Molion – O CO2 é o gás da vida! Não é poluente, como é divulgado. Ele é o gás das plantas e está provado que quando se dobra a produção de CO2, se dobra também a produção das plantas. Melhor para a atmosfera e para nós! A redução poderia beneficiar porque os combustíveis fósseis são poluentes por causa do enxofre e de outros elementos. Quando liberados, eles se combinam com a umidade do ar e viram gotículas de enxofre, que atacam o sistema pulmonar das pessoas.

DC – O senhor contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion – Os fluxos naturais dos oceanos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se os países reduzirem pela metade, não vai mudar absolutamente em nada no clima.

DC – Se não há aquecimento global porque as geleiras estão derretendo?

Molion – Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, as geleiras não estão derretendo. Pedaços de gelo flutuante, que ficam na superfície da água, estão se desprendendo do iceberg, corpo de gelo com mais de 90% submerso. Eles flutuam no mar e não aumentam o nível dele. É mentira dizer que o mar está avançando.

diario.com.br

FRANCINE CADORE

O que é a OMM
– Organização Meteorológica Mundial (OMM), do inglês World Meteorological Organization (WMO). É um organismo das Nações Unidas que acompanha a meteorologia, a hidrologia e ciências geofísicas. Estuda o comportamento da atmosfera terrestre, interação com os oceanos e distribuição dos recursos hídricos no planeta.
O que diz o IPCC
– O IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) é o braço das Nações Unidas para estudar as mudanças climáticas. Criado em 1988 pela OMM e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), fornece informações científicas sobre as conclusões. É hoje a principal autoridade internacional sobre aquecimento global.
– O consenso dos relatórios do IPCC é de que a ação humana intensifica o ciclo de mudanças climáticas no planeta – o que inclui a tendência de aumento médio na temperatura.
– Os cientistas alinhados com o IPCC explicam que a tendência não é linear. Pode haver uma sequência de anos um pouco mais frios sem que isso contradiga a teoria.
– As consequências do aquecimento global seriam o aumento do nível do mar, seca em regiões úmidas e aumento da intensidade de fenômenos naturais como tempestades e furacões.

Para rir um pouco…

junho 22nd, 2010 by

“Videocassetadas” nauticas – exemplo do que não devemos fazer…