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Archive for julho, 2010

Nomes de barcos

julho 26th, 2010 by

Nomes de barcos são coisas engraçadas. As vezes podem dizer muito sobre seus donos, podem ter algum significado ou somente ser engraçados. No meu caso, Ararê significa “amigo dos papagaios” em Tupi-Guarani.

A Revista Náutica já fez uma matéria a respeito algum tempo atrás. Eu venho colecionando alguns e vou começar a colocá-los aqui no blog, aos poucos.

Mas o primeiro vai ser esse que vi lá no Conjuminando, porque é um dos mais interessantes…

Esse é da Hungria – será que o dono é ginecologista?
Fonte inicial: SeguelReporter.com
Mas vi aqui: Conjuminando

Se tiver algum engraçado ou diferente, mande para o e-mail arare@lanchaarare.com que eu coloco aqui.

Poluição sonora nos mares prejudica os golfinhos

julho 26th, 2010 by

(Foto: Marta Cremer)

Quando um caminhão ou um ônibus passam do seu lado fazendo barulho, você se incomoda? Com os golfinhos, é a mesma coisa. Navios comerciais de carga, atividades militares, exploração petrolífera e até os barcos de pesca – sejam eles grandes ou pequenos – atrapalham a comunicação desses animais. Mas como eles estão debaixo d’água, pouca gente percebe.

“Em países europeus e nos Estados Unidos, existem leis ambientais que limitam a quantidade de ruídos em áreas abundantes em golfinhos”, afirma Marta Cremer, pesquisadora da Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE). “No Brasil, a questão nem mesmo é levada em conta pelos órgãos de licenciamento ambiental antes de aprovarem um empreendimento”.

O problema é pouco estudado por aqui. Por isso, Marta e sua equipe decidiram em 2008 investigar o tamanho do impacto. Com hidrofones (um microfone que funciona nas profundezas), ela mediu a vocalização de golfinhos da Baía de Babitonga, costa norte de Santa Catarina. Comparou os resultados com os sons emitidos pelos animais na presença de embarcações.

A conclusão? Esses mamíferos alteram a duração, a intensidade e freqüência dos sons quando um barco passa. E isto não é bom para a comunicação dos golfinhos.

Com base em outros trabalhos, os pesquisadores concluíram que a poluição sonora pode causar problemas fisiológicos associados ao estresse. Como atrapalha a comunicação entre eles, compromete ainda a reprodução e a alimentação. Em casos extremos, há o abandono das regiões.

O projeto foi desenvolvido nos últimos dois anos com apoio financeiro da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e do Fundo de Apoio À Pesquisa da UNIVILLE. Dele, saíram dados ainda preliminares. A ideia é aprofundá-los. “É uma forma de gerar subsídios para a questão do licenciamento ambiental”, diz Marta. “No futuro, esperamos que esses órgãos considerem a zona acústica dos golfinhos antes de aprovar um empreendimento”.

(Aline Ribeiro)
Fonte: Época

Rolex Ilhabela Sailing Week (2)

julho 24th, 2010 by

Três fotos para ilustrar o nível das disputas por lá…

Largada da S40: beleza e tática – Photo by: Rolex / Carlo Borlenghi
O catarinense Feitiço – Photo by: Rolex / Carlo Borlenghi
Katana e Samurai Ni – Photo by: Rolex / Carlo Borlenghi

Os veleiros Feitiço e Samurai Ni também estão nessa foto aqui.

Todas as fotos e resultados você confere aqui.

Be the One

julho 24th, 2010 by

Campanha pela restauração do Golfo do México, atingido pelo vazamento de petróleo depois da explosão da plataforma da BP.

http://www.restorethegulf.com/

Tempestade Bonnie atinge a Flórida rumo ao Golfo do México

julho 23rd, 2010 by

Imagem de satélite mostra a tempestade Bonnie se aproximando do sul da Flórida, com fortes rajadas de vento Foto: AFP


A tempestade tropical Bonnie atingiu nesta sexta-feira a costa leste do sul da Flórida com fortes chuvas e ventos, e chegará a partir da noite no Golfo do México, passando por cima do vazamento de petróleo na região, informou o Centro de Furacões americano (NHC).

Às 12h GMT, o centro da tempestade se localizava 130 km a sudeste de Miami e avançava em direção ao oeste-noroeste a uma velocidade de 31 km/h, com ventos máximos de 65 km/h e rajadas mais fortes.

Um alerta de tempestade tropical está vigente para o litoral leste da Flórida ao sul da cidade de Deerfield Beach, e principalmente na costa oeste até Englewood.

Espera-se que Bonnie provoque chuvas que produzirão um acúmulo de água até os 12 cm em algumas zonas do sul da Flórida, enquanto que o nível do mar deverá se elevar acima dos 60 cm no sul da península da Flórida.

A chegada iminente da tempestade tropical ao Golfo do México fez a petroleira BP a anunciar a suspensão de suas operações em torno do poço que deu início à maré negra, enquanto as equipes que lutam contra a poluição deixavam a área.

“A duração da suspensão das atividades no poço dependerá do tempo”, afirmou o gigante petroleira em um comunicado, indicando que o poço, perfurado há sete dias, permanecerá fechado.

A BP assegurou que continuará a monitorar o local “enquanto o tempo permitir”.

“Em razão do risco que a tempestade tropical Bonnie apresenta para a segurança das cerca de 2 mil pessoas que trabalham na luta contra a maré negra na área do poço, alguns barcos e plataformas serão preparadas para a evacuação”, indicou na quinta-feira Thad Allen, diretor de operações de combate à maré negra do governo americano.

“Isso inclui a plataforma de perfuração dos poços de derivação que permitirão tapar definitivamente o poço”, indicou.

Thad Allen reconheceu que esta evacuação pode “retardar os esforços visando a tapar definitivamente o poço realizados há vários dias”, mas, ressaltou, “a segurança das pessoas na área é nossa maior prioridade”.

A evacuação de todos os barcos atrasará em duas semanas os trabalhos, haviam indicado anteriormente as autoridades americanas.

Mas o dispositivo empregado há uma semana que permitiu conter provisoriamente o vazamento de petróleo permanecerá no local para evitar um agravamento da poluição, segundo Allen.

Fonte: Terra

Audiência sobre instalação do Estaleiro OXS em Biguaçu é tumultuada

julho 23rd, 2010 by

Manifestantes marcaram presença durante encontro em Florianópolis, que reuniu 700 pessoas

A terceira e última audiência pública para debater a instalação do Estaleiro OSX em Biguaçu, nesta quinta-feira, no Jurerê Sports Center, em Florianópolis, foi a mais tumultuada de todas e a que concentrou o maior número de manifestantes contrários ao empreendimento.

Parte do público presente ao local, cerca de 700 pessoas, compareceu munida de cartazes em repúdio à OSX, apitos e narizes de palhaço. Ainda na porta de entrada, vários panfletos contrários ao estaleiro eram distribuídos a quem chegava.

Algumas manifestações foram curiosas, como o passeio de pessoas fantasiadas de Bernunça (figura do folclore do boi de mamão parecida com um dragão) em frente à mesa, durante o discurso de apresentação das regras da audiência, feito pelo presidente da Fatma, Murilo Flores. A Bernunça permaneceu percorrendo os corredores durante a audiência.*

A predisposição para tumultuar o evento ficou clara desde o início. Paulo Monteiro, diretor da EBX, holding da OSX, foi interrompido enquanto explicava o projeto do estaleiro nos 15 minutos iniciais da audiência.

Flores interveio, pedindo respeito, mas ao sugerir que as pessoas sentadas nas primeiras filas baixassem as placas para que todos vissem a apresentação, também foi vaiado.

— Não estamos aqui brincando. Esta é a terceira audiência. Queremos respeito. Todos podem fazer suas manifestações, esse é objetivo da audiência. Só peço educação e respeito — disse Monteiro ao retomar a palavra para concluir sua apresentação.

Nas duas primeiras audiências não houve tanto tumulto. Em Governador Celso Ramos, muitos pescadores eram contrários ao empreendimento, mas não houve falta de respeito, a não ser por parte de um pequeno grupo visivelmente embriagado.

Em Biguaçu, audiência que concentrou mais de mil participantes, o debate foi de alto nível. O público contrário ao empreendimento levou faixas, mas respeitou as regras e aproveitou para questionar a empresa.

Foram inscritas 99 perguntas da população

Na audiência em Florianópolis, alguns grupos entoavam canções como “entrei de gaiato no navio, entrei, entrei pelo cano”. Apesar de tudo, muitas pessoas tentavam prestar atenção.

Antes de a audiência começar, Paulo Monteiro afirmou que eventos como esse costumam ter manifestações, porque é justamente a oportunidade para a comunidade participar.

Quando iniciou-se o debate, às 21h, 99 perguntas estavam inscritas. A primeira indagou por que as autoridades estão passivas e por que a OSX faz pressão junto a setores econômicos e políticos. Monteiro disse que a empresa não trabalha com pressão.

— Trabalhamos com tecnologia, investimentos sociais e ambientais e respeito às normas. Queremos conversar e se no fim do processo a população não nos quiser, não vamos ficar. Não queremos ser vizinhos de quem não nos quer — afirmou.

Os manifestantes gritaram então:

— Vão embora. Vão para o Rio de Janeiro. Não queremos vocês aqui.

Muitas pessoas pediram à OSX que assinasse garantias de que o estaleiro não se tornará um porto e também um comprometimento sobre impactos futuros. A empresa disse que vai fazer tudo o que a lei determinar.

Em uma medida que não havia ocorrido em nenhuma das duas audiências anteriores, Murilo Flores paralisou o debate para ler o parecer preliminar do ICMBio, órgão ambiental contrário à construção em Biguaçu. Flores levou 13 minutos para ler o documento e concedeu igual período para a OSX apresentar sua argumentação.

Fonte: ClicRBS

*Quando faltam argumentos, parte-se para a ignorância, no caso, a falta de educação…

Arco-íris

julho 22nd, 2010 by

Uma bela imagem hoje, em Florianópolis, depois da chuva…

Um belo arco-íris – fotos: Ararê

Sobre os arco-íris:

Um arco-íris é um fenômeno óptico e meteorológico que separa a luz do sol em seu espectro (aproximadamente) contínuo quando o sol brilha sobre gotas de chuva. Ele é um arco multicolorido com o vermelho no seu exterior e o violeta em seu interior; a ordem completa é vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou indigo) e violeta. Veja também o artigo sobre as cores para informações sobre o espectro de cores do arco-íris.

Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica: «Vermelho lá vai violeta», em que l,a,v,a,i representam a sequência laranja, amarelo, verde, azul, indigo. Na língua inglesa é usada a mnemónica roygbiv.

O efeito do arco-íris pode ser observado sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver brilhando acima do observador em uma baixa altitude ou ângulo. O mais espetacular arco-íris aparece quando metade do céu ainda está escuro com nuvens de chuva e o observador está em um local com céu claro. Outro local comum para vermos o arco-íris é perto de cachoeiras.

Cristianismo, islamismo e judaísmo dizem que o arco-iris foi entitulado por Deus “arco-da-aliança”, pois logo após o Dilúvio quando a Arca de Noé pousou sobre o Monte Ararat Deus prometeu que nunca mais iria inundar a Terra e depois de cada chuva seu arco apareceria nas nuvens e este seria o simbolo do pacto estabelecido entre Deus e toda carne vivente de toda espécie que está sobre a terra e por todas as gerações futuras.

A aparência do arco-íris é causada pela dispersão da luz do sol que sofre refração pelas (aproximadamente esféricas) gotas de chuva.

A luz branca se separa em diferentes cores (comprimentos de onda) ao entrar numa gota de chuva, como a luz vermelha sendo refratada por um ângulo menor que a luz azul. Ao sair da gota de chuva, os raios vermelhos são retornados por um ângulo menor que os raios azuis, produzindo o arco-íris.

A luz sofre uma refração inicial quando penetra na superfície da gota de chuva, dentro da gota ela é refletida (reflexão interna total), e finalmente volta o sofrer refração ao sair da gota. O efeito final é que a luz que entra é refletida em uma grande variedade de ângulos, com a luz mais intensa a um ângulo de cerca de 40°–42°, independente do tamanho da gota. Desde que a água das gotas de chuva é dispersiva, a grau que a luz solar retorna depende do comprimento de onda e da frequência, principalmente. A luz azul retorna em um ângulo maior que a luz vermelha, mas devido a reflexão interna total da luz na gota de chuva, a luz vermelha aparece mais alta no céu, e forma a cor mais externa do arco-íris.

O arco-íris não existe realmente como em um local do céu, mas é uma ilusão de óptica cuja posição aparente depende da posição do observador. Todas as gotas de chuva refratam e refletem a luz do sol da mesma forma, mas somente a luz de algumas delas chega até o olho do observador. Estas gotas são percebidas como o arco-íris para aquele observador. Sua posição é sempre na direção oposta do sol com relação ao observador, e o interior é uma imagem aumentada do sol, que aparece ligeiramente menos brilhante que o exterior. O arco é centralizado com a sombra do observador, aparecendo em um ângulo de aproximadamente 40°–42° com a linha entre a cabeça do observador e sua sombra (Isto significa que se o sol está mais alto que 42° o arco-íris está abaixo do horizonte e o arco-íris não pode ser visto a menos que o observador esteja no topo de uma montanha ou em outro lugar de altura similar). Similarmente é difícil de fotografar o arco completo, o que requer um ângulo de visão de 84°. Para uma câmera de 35 mm, uma lente com foco de 19 mm ou menos é necessária, entretanto a maioria dos fotógrafos têm lentes de 28 mm.

Podemos ver arco-íris de diferentes tamanhos porque, para estimar a sua largura, o nosso cérebro só tem como informação a dimensão do ângulo de visão que lhe corresponde. Se perto da imagem dele existirem objectos longínquos, como montanhas, o arco-íris parecerá maior. Se o arco-íris estiver perto de objectos menos distantes, parecerá menor. É fundamentalmente a mesma ilusão que faz com que a Lua, o Sol ou as constelações pareçam maiores quando estão perto do horizonte.

Algumas vezes, um segundo arco-íris mais fraco é visto fora do arco-íris principal, ele é devido a uma dupla reflexão da luz do sol nas gotas de chuva, e aparece em um ângulo de 50°–53°. Devido à reflexão extra, as cores do arco são invertidas quando comparadas com o arco-íris principal, com o azul no lado externo e o vermelho no interno. De um aeroplano é possível ter a oportunidade de ver o círculo completo do arco-íris, com a sombra do avião ao centro.

A primeira explicação teórica precisa do arco-íris foi feita por Descartes em 1637. Sabendo que o tamanho das gotas de chuva não pareciam afetar o arco-íris observado, ele fez uma experiência incidindo raios de luz através de uma grande esfera de vidro cheia de água. Ao medir os ângulos que os raios emergiam, ele concluiu que o primeiro arco era causado por uma única reflexão interna dentro da gota de chuva e que o segundo arco podia ser causado por duas reflexões internas. Ele foi capaz de chegar aos seus resultados a partir da lei de refração (em consequência, mas independentemente da Snell) e calculou corretamente os ângulos de ambos os arcos. Entretanto, ele não foi capaz de explicar as cores.

Isaac Newton foi o primeiro a demonstrar que a luz branca era composta da luz de todas as cores do arco-íris; com um prisma de vidro, pôde decompor a luz branca no espectro completo de cores e, com outro, pôde recombinar o feixe de luz em luz branca. Ele também demonstrou que a luz vermelha é refratada menos que a azul o que levou a uma completa explicação do efeito óptico do arco-íris.

Fonte: Wikipédia

Desmanche de navios nas praias de Alang, Índia

julho 22nd, 2010 by

Vejam como os navios são cortados, nesta distante praia da Índia, a viagem final de muitos navios.

Welcome to Alang!

Praias de Alang

Existem diversos lugares do mundo para se fazer turismo tradicional, porém um deles com certeza não são as praias de Alang  na Índia, pois se parecem mais com um cenário de filme de guerra. Porém, nos últimos anos este lugar tem chamado atenção para outro tipo de turistas, aqueles que gostam de aventuras exóticas, e os colecionadores de raridades marítimas, sim existem até agencias especializadas nisto, e muita gente da Europa e Estados Unidos viajam para suas compras. Enfim, compram a preços muito baixos, todo tipo de mobiliário e decoração que outrora pertenceu a famosos navios de cruzeiro, e os revendem a peso de ouro na Inglaterra, França, ou em NY, outros até constroem suas casas com partes de navios que foram desmanchados por lá.

Foto: Suspicious_itchy

A mão de obra de Alang é formada por um exército de trabalhadores maltrapilhos armados de marretas e maçaricos, machados, serras manuais, e muito improviso, e esforço físico. O vilarejo de Alang, que fica a cerca de 300 quilômetros de Bombaim, nem sequer aparece direito nos mapas, mas responde sozinho pelo desmanche de metade de todos os navios mercantes e de guerra que saem de circulação em todo o mundo.

Os navios que são vendidos aos sucateiros de Alang, fazem sua viagem com o nome de “destino final”, nas praias de Alang, segundo dados, foram desmontados só no ano passado mais de 400 grandes navios, com um faturamento bruto estimado em mais de  meio bilhão de dólares, um terço dos quais é lucro líquido. Um excelente negócio. O que transformou esse canto perdido numa espécie de campo batalha em forma de ferro-velho, foi a miséria e os salários de fome pagos na Índia.  E também porque regras de segurança do trabalho e de proteção do meio ambiente tornam esse tipo de atividade cara demais nos países desenvolvidos. Já no sucatão indiano, um exército de mais de 40.000 trabalhadores migrantes se amontoa na favela erguida junto às carcaças, trabalhando de pés descalços por salário mensal médio equivalente a 75 dólares. O trabalho nas praias abastece as usinas indianas com 2,5 milhões de toneladas de aço por ano.

Foto: Rich

São quase 10 quilômetros de praia imunda, cheia de restos de navios, ferros retorcidos, materiais altamente tóxicos, como asbestos e manchas de óleo. O declive suave e as ondas fortes permitem que os navios avancem até encalhar na areia, facilitando o trabalho, que é feito em condições rudimentares.

A visão do Caos.

Vejam só, olhem quem nós podemos encontrar aqui em Alang, varado na praia!

O veterano NAeL Minas Gerais!

Que fim inglório para o ex HMS Vengeance da Royal British Navy, e da Marinha do Brasil, morrer desmanchado nestas praias imundas, na sua derradeira batalha, desta vez não houve vitória.

Ex- HMAS Vengeance, ex- Minas Gerais

Foto: Rich
Foto: Rich

Foto: Rich

Há alguns anos atrás, os gases acumulados nos tanques de um  superpetroleiro japonês causaram uma explosão que pôde ser vista a 10 quilômetros de distância, deixando dezenas de mortos. Por pressão de organizações ecológicas, o Congresso dos Estados Unidos proibiu a venda de navios americanos aos sucateiros indianos.

O sucatão de Alang, porém, não foi seriamente afetado, por que afinal?  Porque sem um bom desmonte, navio velho é um estorvo sem tamanho. O que geralmente determina o corte de um navio é a condição do casco, no desmanche tudo é aproveitado, um gigantesco mercado de venda de peças de toda a especie, como engrenagens, turbinas, bombas, motores, guinchos, purificadores. Se você precisa de uma spare part, de baixo custo?

Vá até Alang, até cabos de aço usados, que se encontravam em bom estado,vão servir como sobressalentes para outros navios. Empresas já estão se especializando em recondicionamento de todo o tipo de equipamento, de ancoras, à hélices, guindastes,  mobília, anteparas, portas, vigias, enfim, a China tem feito a festa com a compra de spare part refurbish from Alang, e outros sucatões pelo mundo.

Tecnologia.

Tecnologia de ponta medieval, é usada no corte dos navios, isto percebe se claramente nas fotos, o cuidado com os operários…

finnjet-alang foto: gCapitan
Trabalho manual na remoção de cabos e amarras.

Foto: Carrieteicher
Foto: Roger Morse

Eles são organizados,  pelo menos isso, os navios estão todos em fila uma ao lado do outro.

Foto: Rich
© Mark Moxon 1995-2010

Esta precisando comprar Boias Salva Vidas, ou equipamento de Salvatagem?

Foto: Rich
Foto: Ajit Solanki
Welcome
Welcome to Alang!!!

Vou deixar aqui o bizu para quem ta na onça e precisa comprar Spare parts, e em  Alang você encontra nas seguintes lojas:

http://www.alangspares.com/aboutus.htm

http://www.harsh-marine.com/home.htm

http://www.alang-ship-parts.com/stock.htm

Referencias: visible-shipwrecks, gCapitan.

A equipe do Blogmercante agradece.

Fonte: BlogMercante
Vi no Popa.com.br

Rolex Ilhabela Sailing Week

julho 21st, 2010 by

Largada
Passando perto de Alcatrazes
Pajero, o vencedor

Vídeo com cenas da Regata Eldorado Alcatrazes por Boreste — Marinha do Brasil, que abriu a Rolex Ilhabela Sailing Week 2010. Belas imagens e alguns depoimentos de Eduardo Souza Ramos, comandante do Pajero (S40), Torben Grael, do Mitsubishi (S40) e André Mirsky, do Neptunus Express (OrCi 500).


Site Oficial

China usa bactéria para limpar vazamento de petróleo

julho 20th, 2010 by

Biotecnologia é utilizada após explosão de oleoduto no Mar Amarelo

Vazamento de petróleo na China

Autoridades chinesas estão usando mais de 23 toneladas de uma bactéria que come petróleo para limpar um vazamento no Mar Amarelo, provocado pela explosão e o incêndio de um oleoduto na última semana. É a primeira vez que a China utiliza, em grande escala, a biotecnologia para resolver um problema de poluição ambiental.

O processo, conhecido como biomedicação, usa micro-organismos para desmembrar os hidrocarbonetos tóxicos presentes no petróleo através de componentes menos prejudiciais ao meio ambiente. A mesma técnica foi utilizada para ajudar a reduzir o impacto do desastre ambiental provocado pelo vazamento de petróleo do Exxon Valdez, no Alasca, nos Estados Unidos, em 1989.

Yang Jiesen, chefe da divisão de pesquisa e desenvolvimento da empresa de biotecnologia de Pequim, disse que a Administração de Segurança Marítima fez o pedido pelas bactérias no último sábado.

Acidente – O incêndio começou na noite de sexta-feira, quando dois dutos explodiram durante o carregamento de um navio-tanque fretado pela estatal PetroChina. Cerca de 1.500 toneladas de petróleo foram jogadas no mar.

O incidente provocou o fechamento parcial do porto de Dalian, um dos maiores da China,  prejudicando o transporte de petróleo para o sul do país. Mas, segundo a agência de notícias estatal Xinhua, os preços do petróleo não devem sofrer impactos.

Fonte: Veja