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Archive for janeiro, 2011

Chuva – imagem de satélite da última hora

janeiro 21st, 2011 by

Confira a imagem de satélite da última hora. (21:00)

Descrição da escala de cores da Imagem de Satélite:
Cores Temperatura do topo da nuvem Altura do topo da nuvem (aproximada)
Preto
Cinza e Branco 40°C a -45°C Superfície até 8km
Verde -45°C a -65°C Entre 8km e 12km
Vermelho -65°C a -75°C Entre 12km e 15km
Azul -75°C a -85°C Acima de 15km
As cores nas imagens de satélite representam a temperatura do topo das nuvens.
O preto indica a ausência de nebulosidade e, quanto mais destacado, menor a umidade relativa do ar.
O branco e cinza estão associados à presença de nuvens baixas, as quais podem estar muito próximas à superfície, como os nevoeiros e as nuvens stratus que, por vezes, podem resultar em chuvisco.
O verde está relacionado a nuvens médias e altas, com topos em altitudes superiores a 10km. As médias, como os altocumulus, altostratus e nimbustratus, podem provocar chuva fraca ou moderada. As nuvens altas, como os cirrus, cirrucumulus e cirrustratus, são transparentes e não provocam chuva e nem sombreamento intenso.
O vermelho e o azul indicam a presença de nuvens do tipo cumulunimbus, de grande desenvolvimento vertical e atividade chuvosa intensa.
No caso do azul, maior é a altura do topo da nuvem e grande a chance de ocorrência de granizo e temporal.

Fonte: EPAGRI

Alerta de grande volume de chuvas para hoje e amanhã!

janeiro 21st, 2011 by

A Defesa Civil de SC emitiu alerta de grande volume de chuvas entre hoje (sexta) e amanhã (sábado).

Na madrugada de sexta para sábado, o maior volume de chuvas, de acordo com o WindGURU deve ser justamente no horário de maré alta.

Alerta
21 de janeiro de 2011
sirene_ativa Final de semana com chuva forte em SC

Nesta sexta-feira, 21/01, áreas de instabilidade provocam mais uma vez pancadas de chuva com trovoada em todas as regiões do  estado. Os volumes variam entre 40mm a 60mm em pontos bem localizados da Grande Florianóplis e vale do Itajaí. No Planalto norte e, principalmente, Litoral norte do estado, o volume pode atingir a casa de 50 a 100 mm, o que pode resultar em pontos de alagamento, e mantém o risco de deslizamento em áreas de encosta, pricipalmente para aquelas já vulneráveis e com solo saturado por causa da chuva dos últimos dias.

Fonte: Ciram (www.ciram.com.br)

No sábado 22/01, chuva persite, os volumes previstos ainda são bastante significativos e podem variar entre 20mm e 70mm, nas áreas mais ao Norte do Estado. Condições de chuva também para o Vale do Itajaí e Grande Florianópolis, porém com menor intensidade. A maré astronômica prevista se mantém alta nos próximos dias, dificultando ainda mais o escomento das águas em áreas alagadas. A instabilidade diminui a partir de domingo, com maiores períodos de abertura e pancadas isoladas de chuva entre a tarde e noite, devido à presença de um sistema de alta pressão (massa de ar seco) no Sul do Brasil.

Recomendações da Defesa Civil:

No caso de  ventos fortes ou tempestades: a recomendação da Defesa Civil é para que as pessoas procurem abrigo em locais seguros; e evitem o trânsito em locais abertos, próximo a árvores, placas ou objetos que possam ser arremessados.

Alagamentos: a população deve evitar contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Se houver granizo é aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Deslizamento de terra: as pessoas devem observar qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências e inclinação de postes e árvores. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão. O telefone para contato é o (48) 3244-0600 ou 4009-9816.

Atualização (18:30hs): das 10h as 16h choveu 36mm em Florianópolis. Destes, 25mm apenas entre às 15h e 16h.  Hoje a noite deve chover entre 40 e 80mm.

Quem lembra?

janeiro 20th, 2011 by

Alguém consegue lembrar até que ano as “latinhas” de refrigerantes e cerveja usavam esse tipo de abertura? Acho que as latas ainda eram de aço…

Sei que faz bastante tempo.

Esse “anel” foi encontrado em dezembro de 2010 na praia da Jabaquara, em Ilhabela.

E isso mostra como o lixo que jogamos no mar ou nas praias permanece ali por muito tempo.

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Aquecimento Global

janeiro 20th, 2011 by

Mais uma vítima do aquecimento global.

O calor é tanto que impede o uso de roupas e causou a elevação do nível dos oceanos, inundando a ilha onde mora essa pobre moça.

Sem casa e sem ter para onde ir, só resta a ela esperar o resgate…


Seres marinhos perigosos (2)

janeiro 18th, 2011 by

Mais um pouco sobre os habitantes do mar. Dessa vez, os animais mordedores…

“O mar pode se tornar uma armadilha para aqueles que desconhecem ou desrespeitam os seres que o habitam.”

A permanente busca por novos recursos, matérias-primas e alimentos, a crescente ocupação das zonas costeiras por loteamentos e o grande incremento das atividades esportivas e de lazer ligadas ao mar, sua fauna e flora, tem levado o homem, cada vez mais intensamente nos últimos anos, a conviver e expor-se a riscos de acidentes com os seres marinhos. Como “intruso” desse complexo e maravilhoso ecossistema, o homem deve respeito à seus habitantes. Não seria exagero dizer, que a maioria dos acidentes são provocados pela falta de conhecimento e atenção, excesso de curiosidade ou até mesmo prepotência, abuso e irresponsabilidade. Além da adaptação à novas condições num meio que lhe é estranho, o homem enfrenta a natural reação do meio ambiente contra essa “invasão”, representada pela ação de alguns animais marinhos, muitas vezes em uma atitude natural de comportamento ou defesa, que pode provocar sérios acidentes. Desde os conhecidos e temidos tubarões à formas menores e menos temidas, mas não menos perigosas, como as águas-vivas. Nesse artigo sobre os seres marinhos perigosos, procuraremos descrever os principais animais, com ocorrência no litoral brasileiro, que oferecem perigo para o homem, abordando, de forma resumida e objetiva, suas principais características, hábitos, formas de agressão, tipos de acidentes que provocam, em caso de mordida, picada com ou sem inoculação de peçonha, contato ou intoxicação, as formas de evitá-los e o tratamento das lesões e desconfortos físicos ocasionados. Por tratar-se de um assunto extenso, iniciaremos, a partir deste informativo, dando a devida continuidade nos próximos, uma série de matérias consecutivas sobre esse tema fascinante e que desperta muita curiosidade.


Animais Mordedores

Neste grupo encontraremos seres marinhos com características agressivas e/ou hábitos predatórios, providos de poderosas mandíbulas com dentes afiados que podem causar graves ferimentos lacerocontusos e/ou mutilações ao ser humano, em um encontro casual ou provocado. Este grupo se restringe basicamente aos tubarões, barracudas, moréias e outros peixes menores capturados por pescadores.

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Tubarões

São, seguramente, os seres marinhos mais temidos e respeitados em todo o mundo. Apesar de tal fama, apenas doze espécies ocorrentes no litoral brasileiro __ a maior incidência ocorre no norte e nordeste __, conforme os registros, apresentam real periculosidade para os banhistas, surfistas, pescadores e mergulhadores. Altamente instintivos e imprevisíveis, e com enorme capacidade de percepção proporcionada pela combinação de seus sentidos apurados, os tubarões são atraídos, e incentivados a atacar, por sangue, movimentos bruscos e descoordenados, barulhos, peixes feridos, cores berrantes e objetos metálicos brilhantes. No informativo no 3, onde foi publicada uma matéria específica e mais abrangente sobre os tubarões, pode-se encontrar maiores detalhes sobre os hábitos, o comportamento de ataque, o ataque de tubarões e, ainda, os ataques no litoral brasileiro (com algumas estatísticas).

Aspectos Médicos

Usualmente a lesão provocada pelo ataque de um tubarão advém de uma única mordida, de formato parabólico com bordas irregulares (múltiplas incisões lineares crescentes), que pode apresentar-se como laceração e/ou compressão, de acordo com o tipo de tubarão agressor. Em função da força mandibular empregada pelo animal, os danos podem extender-se internamente no abdôme e tórax quando a mordida ocorrer no tronco. Qualquer mordida, independente do tamanho do tubarão, deve ser considerada grave devido às grandes dilacerações que provocam. A hemorragia proveniente do corte de grandes vasos ou danos em estruturas internas altamente vascularizadas induz o choque hipovolêmico e o conseqüente afogamento da vítima. De acordo com os registros, a mortalidade provocada pelos ataques de tubarão está situada entre 20 e 35%.

Prevenção

Nadar, surfar ou mergulhar, só com um companheiro ou em grupo. Muitas vezes a vítima morre por falta de socorro imediato. Evite nadar ou mergulhar com ferimentos sangrando, em águas turvas, em locais com mais de 2 m de profundidade, ao amanhecer e no crepúsculo e em estuários ou baías onde há vazadores de lixo ou esgoto. Se um tubarão for avistado procure deslocar-se com movimentos lentos e coordenados. Caso o tubarão demonstre estar muito curioso, tente sair da água de forma coordenada sem dar-lhe as costas nem o perder de vista. Mantenha o “sangue frio” e não entre em pânico. Possivelmente ele irá reconhecer a área, dando algumas voltas ao seu redor, e depois irá embora. Se não for possível sair da água mova-se para um terreno defensivo, como um recife de coral ou outro objeto imóvel à suas costas, e encare o agressor. Havendo investida do tubarão, deve-se tentar atingí-lo no focinho, olhos ou fendas branquiais. No caso de um ataque, lute com todo esforço possível, pois o homem não é uma presa fácil para o tubarão. Para os pescadores submarinos, o tiro só deve ser dado em último recurso. Por mais inofensivo que pareça, um cação ferido ou arpoado torna-se extremamente perigoso. Quando arpoar um peixe, não o leve junto ao seu corpo. Utilize o barco ou uma bóia.

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Barracudas

Solitárias quando adultas e em pequenos cardumes quando jovens, são encontradas nadando ativamente próximo da superfície, nas águas costeiras e oceânicas. São potencialmente perigosas para banhistas e mergulhadores devido à sua grande boca provida de enormes caninos pontudos. Ao contrário do tubarão, a barracuda não se intimida com a presença humana. Curiosas e destemidas, com freqüência aproximam-se de mergulhadores e pescadores submarinos, podendo acompanhá-los por horas. Objetos brilhantes, cores vivas, sangue, e movimentos bruscos e descoordenados dentro da água atraem a barracuda. Ao sentirem-se atraídas podem atacar rápido e ferozmente.

Aspectos Médicos

Os ferimentos provocados pelas barracudas são diferentes dos causados pelos tubarões por apresentarem cortes formados por duas fileiras quase paralelas (em formato de “V”), enquanto os tubarões provocam ferimentos dilacerantes cuja forma é parabólica (formato curvo de suas mandíbulas). Apesar da diferença, a hemorragia provocada por sua mordida também pode ser bastante intensa, provocando dilacerações que mesmo sérias raramente são fatais. Um grande espécime, que pode atingir até 3 metros de comprimento e pesar 50 quilos, entretanto, pode amputar parte do corpo humano, como atestam alguns registros de ataque.

Prevenção

Mordidas de barracuda no homem são tidas como raras, principalmente se considerarmos que o número e a freqüência de encontros de ambos são bem altos. No entanto, por ser uma predadora voraz deve-se ter certos cuidados, como: estando em águas sabidamente habitadas por barracudas deve-se agir de modo a não atrair seu interesse e, em especial, não carregar peixes feridos ou mortos ao redor do corpo. Mergulhando em companhia de alguma barracuda, apesar de sua aparência muitas vezes inofeniva, deve-se tratá-la com respeito e precaução. Tanto os pescadores submarinos quanto os pescadores esportivos devem tomar muito cuidado ao tentar dominá-las, pois mesmo após muita briga, são capazes de morder violenta e ferozmente.

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Moréias

De hábitos costeiros, em águas relativamente rasas com fundo coralino e/ou rochoso, permanece entocada durante o dia vigiando os arredores. Muito nervosa, é capaz de atacar e morder qualquer coisa que a perturbe. À noite, quando é mais ativa, sai de sua toca para procurar alimento. A moréia não sai de sua toca para atacar o homem. No entanto, quando um mergulhador se aproxima da entrada de sua toca, ela põe a cabeça para fora, com a boca aberta ameaçadoramente. Se o “intruso” não notá-la a tempo, poderá levar uma potente mordida.

Aspectos Médicos

Os ferimentos causados pelas moréias são do tipo lacerante e denteado. A hemorragia pode ser grande e a infecção secundária é freqüentemente encontrada. Além das dilacerações provocadas, a ferida normalmente infecciona devido à enorme quantidade de bactérias existentes no material não digerido que permanece entre seus dentes fortes e cortantes.

Prevenção

Levando-se em consideração que raramente uma moréia morde sem provocação e que a grande maioria dos acidentes são resultantes da introdução de um membro do mergulhador na toca habitada por uma delas, deve-se evitar ou tomar o máximo cuidado ao colocar a mão ou a cabeça em uma toca ou racha do fundo rochoso e/ou coralino. Quando ela morde, agarra e não solta facilmente. Visto que ela se prende ao fundo da sua toca, se puxarmos o membro atingido, as lacerações serão muito maiores. Assim, em caso de mordida deve-se segurá-la firmemente logo após sua cabeça, puxá-la para fora da toca e levá-la até a superfície onde será mais fácil remediar o ocorrido.

Tratamento Geral

Os primeiros socorros prestados à vítima de um ataque de um animal mordedor, que se iniciam com o resgate da vítima, são de fundamental importância, e a omissão ou falha nesse momento pode levá-la à morte desnecessária. A diferença entre o sucesso e o insucesso na administração dos primeiros socorros dependerá essencialmente da extensão dos danos provocados e da rapidez com que se começa a terapia para evitar o choque hipovolêmico. A maioria das fatalidades são resultantes da grande perda de tecido e sangue e/ou devido ao pânico e afogamento. A vítima deve ser removida da água o mais rápido possível para evitar novos ataques, controlar o sangramento, previnir o choque e afogamento, e diminuir os efeitos da hipotermia. Para controlar a hemorragia, coloca-se a vítima com a região ou membro em posição mais elevada, comprimindo o foco do sangramento com uma compressa, bandagem ou similar. Mesmo quando há o comprometimento de grandes vasos a hemorragia pode ser contida com a compressão mais direta acima da ferida (quando for uma artéria) ou abaixo dela (quando for uma veia). Quando há amputação traumática de um membro a hemorragia é abundante. Nessas situações deve-se comprimir manualmente o ponto proximal da artéria principal envolvida (femural ou emural). O uso do torniquete deve ser evitado devido ao risco de agravamento da lesão por efeito desta manobra. Após ou durante a hemorragia, deve-se fazer a reposição volêmica. Após o controle do choque, reestabelecida a homeostase e havendo estabilidade do sistema cardiovascular, pode-se fazer a analgesia da vítima, se necessário, com morfina ou similar. Agasalhe a vítima, tranqüilize-a e não permita que faça ingestão de qualquer alimento ou água quando a mesma apresentar um estado mental alterado ou quando houver a possibilidade de a vítima ir em breve para a sala de cirurgia. A lesão pode ser contaminada com a água do mar, a areia e, possivelmente, pelos dentes do animal que possuem uma microflora marinha patogênica. Assim, algumas precauções devem ser tomadas a fim de diminuir o risco de uma infecção secundária. A ferida deve ser fartamente lavada com soro fisiológico, ringer ou mesmo água-doce. Caso o transporte para o hospital leve mais de 12 horas a vítima deverá ser medicada com antibiótico oral. O seguimento do tratamento obedecerá as peculiaridades de cada caso: desde a ressuscitação cárdio-respiratória às condutas cirúrgicas, medicação antinflamatória e antitetânica profilática.

por João Mesquita

Fonte:  Instituto Ecológico Aqualung

Adaptação

janeiro 17th, 2011 by

Será que está faltando conchas ou será excesso de lixo?

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caranguejo-ermitão

A foto tirei daqui.

Alerta Defesa Civil

janeiro 17th, 2011 by

17 de janeiro de 2011

sirene_ativa Semana com risco de temporais em SC

O deslocamento de uma frente fria, pela área oceânica do litoral catarinense, e a presença de áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva, trovoadas e rajadas de vento forte por alguns momentos durante a tarde e parte da noite em todas as regiões de SC. Há risco de temporal com possibilidade de alagamentos momentâneos e queda de granizo isolado. A temperatura segue muito alta com possibilidade de quebra de recorde.

Fonte: Ciram (www.ciram.com.br)

Recomendações da Defesa Civil:

No caso de  ventos fortes ou tempestades: a recomendação da Defesa Civil é para que as pessoas procurem abrigo em locais seguros; e evitem o trânsito em locais abertos, próximo a árvores, placas ou objetos que possam ser arremessados.

Alagamentos: a população deve evitar contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Se houver granizo é aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Deslizamento de terra: as pessoas devem observar qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências e inclinação de postes e árvores. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão. O telefone para contato é o (48) 3244-0600 ou 4009-9816.

Tartaruga morta em Jurerê Internacional

janeiro 17th, 2011 by

Animal está no canto norte da praia – Guto Kuerten

Quem caminha no canto norte da praia de Jurerê Internacional, no Norte da Ilha, em Florianópolis, passa por uma tartaruga morta. Moradores e veranistas não acreditam na cena.

— Ela só pode ter engalhado numa rede de pesca ou ter sido atingida por um barco ou algo parecido — disse o paulista Lindalvo Antunes, 65 anos.

Um turista tentou tirá-la do local, mas seu corpo já está em estado de decomposição.

— É melhor nem mexer. As autoridades é que devem tomar a atitude necessária, antes que ela contamine ou transmita algo para quem frequenta a praia — completou Lindalvo.

Fonte: ClicRBS
Guto Kuerten  |  guto.kuerten@diario.com.br

Caramujos africanos gigantes infestam Florianópolis

janeiro 14th, 2011 by

Com a chegada do verão e o período de chuvas, uma nova praga está se alastrando por vários bairros de Florianópolis. A infestação de caramujos africanos gigantes está aumenta a cada ano e preocupa a população local por causa das doenças que o animal causa.

O chamado caramujo africano (Achatina fulica), ocupa normalmente terrenos baldios e áreas de cultivo de hortaliças. O molusco, que pode atingir 15 cm de comprimento e pesar até 200g, se prolifera rapidamente e já começa a causar muitas dores de cabeça a moradores de algumas praias.

A ameaça de infestação assusta pois o animal é vetor de doenças graves pelo fato de hospedar dois tipos de vermes. O Angiostrongylus costaricensi é causador de sérios problemas abdominais que podem levar à perfurações no intestino e até à morte por hemorragia. O outro verme é o Angiostrongylos cantonensis, principal causador da angiostrongilíase meningoencefálica humana, que tem como sintomas dor de cabeça forte e constante, rigidez da nuca e distúrbios do sistema nervoso.

Durante o dia, o animal se esconde do sol na terra. À noite, ele invade terrenos e chega sobe em árvores e paredes.

O simples toque na “gosma” que ele solta pode causar doenças. Por isso, a recomendação é a de que as pessoas não recolham caramujos sem luvas em hipótese alguma.

Reprodução assexuada acelera infestação
A proliferação é maior em áreas litorâneas. Em Florianópolis, a infestação começou pela região norte da cidade e há pelo menos dois anos sua presença vem sendo relatada com frequência em outras regiões. Por se tratar de uma espécie hermafrodita, o caramujo africano se reproduz rapidamente: um único indivíduo chega a botar 200 ovos a cada dois meses. Ele se esconde para reprodução no inverno e sai para se alimentar no verão. Com cinco meses de vida, o molusco já atinge a fase adulta e começa a se reproduzir.

No bairro do Campeche, na região sul da cidade, os caramujos vêm se transformando em uma das grandes pragas locais. O cineasta Anselmo Doll chega a retirar 200 animais de seu terreno em dias de chuva. “Eles parecem brotar do chão”, afirma. “Eu mantinha plantações em meu terreno, mas fui obrigado a acabar com tudo depois que os caramujos começaram a aparecer”.

Doll recolheu os caramujos e os colocou em um carrinho de mão. Ele usa sal para matá-los e depois incinera as conchas. “Ele se reproduz muito rápido e recolho mais de 100 por dia”, disse. “Ano passado chegamos a fazer mutirão com os moradores para retirá-los todas as noites. O pessoal parou e os caramujos tomaram conta”.

Espécie trazida como variação de escargot
De acordo com os dados da Vigilância Sanitária do estado de Santa Catarina, a proliferação dos caramujos africanos começou depois que a espécie foi introduzida clandestinamente no País no início da década de 80. Ele foi trazido do nordeste da África como uma variação popular do escargot.

Os primeiros relatos da Vigilância Sanitária sobre a presença do molusco em Santa Catarina datam de 1988. Nos últimos cinco anos, entretanto, a praga se alastrou em praticamente todos os municípios do litoral. Sua presença próxima a áreas de plantações ainda pode acarretar em sérios riscos para a população.

Apesar de ser considerada uma “ameaça à saúde pública”, a prefeitura de Florianópolis não recolhe os moluscos em áreas particulares. A recomendação é a de que a comunidade use luvas para recolher os caramujos. Eles devem ser queimados em recipientes. Em seguida, as cascas deve ser quebradas e enterradas.

Fonte: Terra
Fabrício Escandiuzzi
Direto de Florianópolis

Seres Marinhos Perigosos

janeiro 13th, 2011 by

A EPAGRI emitiu um alerta a alguns dias sobre o aumento da quantidade de águas-vivas e caravelas no nosso litoral.

Segue abaixo artigo produzido pelo Instituto Ecológico Aqualung sobre os animais peçonhentos que podemos encontrar no mar e nas praias.

Celenterados

Este ramo abrange os hidróides, plumas-do-mar, medusas, caravelas, águas-vivas, anêmonas-do-mar, corais e falsos corais. Os indivíduos podem ser solitários ou coloniais e apresentar-se de duas formas em seu ciclo vital: o pólipo, com corpo tubular onde a extremidade inferior é fechada e fixa e a superior apresenta uma boca central circundada por tentáculos moles, e a medusa, com corpo gelatinoso em forma de guarda-chuva ou sino marginado por tentáculos, boca na superfície inferior côncava e natação livre __ dependem, em grande parte, das correntes, ventos e marés para se locomover. O aparelho inoculador de peçonha é constituido de uma bateria de células denominadas nematocistos. Cada nematocisto consiste de uma diminuta cápsula arredondada, preenchida de líquido, contendo um fio tubular enrolado que pode ser projetado para fora. Embora possam ocorrer em quase toda a epiderme do animal, são mais abundantes nos tentáculos. Existem quatro tipos diferentes de nematocistos. Dois são usados na locomoção e apreensão de alimentos, não apresentando perigo para o homem. Os outros dois, usados em conjunto para capturar suas presas, apresentam um líquido peçonhento (hipnotoxina) que pode provocar uma grande irritação e uma intensa sensação de queimadura, além de ser um potente agente paralisante do sistema nervoso. O tipo penetrante tem um longo tubo filiforme enrolado. Quando descarregado, o tubo explode para fora e perfura a pele, inoculando a peçonha. O tipo envolvente contém um fio curto e espêsso enrolado. Na descarga ele se enrola fortemente em tôrno dos pelos da pele. Ao coçarmos a pele, devido à ação do tipo penetrante, estouramos uma pequena bolsa que ele carrega e inoculamos ainda mais peçonha nós mesmos. O sistema de descarga é ativado através de reações involuntárias (estímulos químicos e físicos). Por isso, os nematocistos podem ser ativados mesmo após a morte do animal. Das milhares de espécies celenteradas, relativamente poucas são perigosas de forma efetiva. Descreveremos apenas aquelas capazes de causar algum tipo de lesão ao homem.

Hidróides e Plumas-do-mar

Os hidróides e as plumas-do-mar são pólipos fixos, podendo ser solitários ou coloniais __ quando assemelham-se às plantas, com formato de pequenos arbustos, plumas ou mesmo musgos. Vivem nas águas rasas e sua reprodução, na maioria das espécies, se dá através do brotamento de pequenas medusas livres que não oferecem grande perigo. As plumas-do-mar coloniais não apresenta o estágio de medusa. Das espécies ocorrentes no Brasil, muito poucas são capazes de ocasionar lesões dolorosas. Embora algumas possam provocar sensações urticantes, na maioria das vezes os danos de um contato são praticamente imperceptíveis.

Falsos Corais Urticantes

São pólipos diminutos, coloniais e dimórficos, que se projetam através de póros em um exoesqueleto calcário maciço (carbonato de cálcio). Assemelham-se aos corais verdadeiros e são encontrados nos recifes tropicais até 30 metros de profundidade. Seus tentáculos são capazes de infligir lesões urticantes que variam de intensidade de acordo com a espécie envolvida. Algumas espécies ocorrentes em nossa costa e na costa da Flórida, conhecidas como “coral-de-fogo” possuem poderosos nematocistos capazes de provocar sérias lesões muito dolorosas.

Águas-vivas

Possuem os sexos separados e sua geração de pólipo é diminuta ou ausente. Apresentam o corpo gelatinoso, em forma de sino cúbico ou guarda-chuva, com pequenos tentáculos delicados e marginais. Sua boca, no centro da superfície côncava inferior, é circundada por tentáculos orais contendo muitos nematocistos. Vivem nos mares tropicais e subtropicais, nas águas pelágicas e costeiras, e nas praias. Podem ocorrer isoladamente ou em grandes grupos __ principalmente nos ciclos sazonais de procriação, em áreas que são, em geral, conhecidas pelos habitantes locais e evitadas por motivos óbvios. Flutuam calmamente e, apesar de poderem se deslocar por contrações rítmicas, estão, em grande parte, à mercê das correntes e ondas. Durante as tempestades um grande número delas costuma ser lançado nas praias. Seu alimento, peixes e pequenos invertebrados, é capturado e paralisado pelos nematocistos dos tentáculos orais e conduzido para a boca. São exatamente esses tentáculos orais que provocam acidentes com o homem. Todas as águas-vivas são capazes de infligir algum dano, porém apenas algumas espécies são realmente perigosas e podem provocar lesões muito dolorosas e sérias. Em nosso litoral são muito comuns as espécies capazes de provocar pequenas lesões e dermatites dolorosas. As mais perigosas, pouco comuns, podem infligir desde as lesões moderadas (dor pulsátil ou latejante, porém raramente causando inconsciência) às lesões severas (dor intensa que pode levar à perda da consciência e ao afogamento). Os acidentes com as espécies muito perigosas, denominadas vulgarmente de vespas-do-mar, e que podem provocar, além de erupções lacerantes e dor lacinante, falência circulatória e paralisia respiratória, são mais raros em nossa costa.

Caravelas

A caravela é uma colônia flutuante formada por pelo menos quatro pólipos polimórficos. O pneumatóforo ou flutuador, que secreta gás para tornar a colônia flutuante, os pólipos nutritivos, que digerem o alimento, os pólipos defensivos, que apresentam longos tentáculos com muitos nematocistos grandes e poderosos, e os pólipos reprodutores. Na espécie mais comum do Atlântico, o flutuador, usado como uma verdadeira vela, pode atingir até 30 cm de comprimento e mudar de forma por contrações. Seus inúmeros tentáculos, longos e transparentes, podem atingir até 30 metros de comprimento e conter até 80.000 nematocistos a cada metro. A caravela é uma das mais temidas criaturas que se pode encontrar flutuando na superfície da água nos mares quentes __ sua maior incidência, em nosso litoral, ocorre no outono e no inverno. Seus tentáculos são capazes de provocar acidentes com sérias lesões, grande irritação e intensa dor. Alguns podem ser fatais.

Resultado de encontro com caravela

Medusas

Possuem os sexos separados e sua geração de pólipo é reduzida ou ausente. Apresentam o corpo gelatinoso de tamanho médio, em forma de sino ou guarda-chuva, e tentáculos finos com poucos nematocistos. Vivem nos mares quentes, da superfície até grandes profundidades, e não apresentam grande risco para o homem. O contato com seus tentáculos pode, no máximo, provocar reações urticantes locais.

Anêmonas-do-mar

São pólipos solitários, em forma de flor, com corpo cilíndrico curto, que habitam as águas rasas. Apesar de viverem fixas sobre o substrato marinho, são capazes de rastejar lentamente. Na extremidade superior está a boca rodeada por inúmeros tentáculos orais com variada coloração e alguns nematocistos. Devido ao pequeno tamanho de seus tentáculos, o contato com estes seres não produz maiores conseqüências do que leves a moderadas irritações no homem, já que a área atingida é normalmente muito restrita. O contato com as partes pouco sensíveis do corpo, como as mãos, pernas ou pés, produzem reações quase imperceptíveis. Porém, o contato com as partes mais sensíveis, como a face, lábios e a região inferior dos braços, pode permitir reações mais severas.

Corais

O organismo individual do coral é um pólipo em forma de anêmona com tentáculos curtos. Existem quatro tipos básicos de coral. Os corais pétreos, que vivem em uma taça pétrea com elevações radiais em colônias densas que produzem os corais calcários e os recifes coralinos nas águas relativamente rasas dos mares tropicais, os corais moles, que são pólipos com as partes inferiores fundidas em uma massa carnosa com esqueleto de espículas calcárias, muito comuns nas praias quentes, os corais córneos, que são colônias arborecentes com esqueleto axial de espículas calcárias e gorgonina côrnea, representados pelos corais vermelhos usados em joalheria e pelas gorgônias, e os corais negros, que são pequenos pólipos que formam um esqueleto arborescente de caules ramificados compostos de material côrneo, comuns nas águas tropicais mais fundas. Os acidentes com corais resultam do contato brusco com a sua região calcificada, provocando escoriações ou lesões que, embora superficiais, na maioria das vezes podem ser urticantes, dolorosas, de lenta cicatrização e potencialmente infectadas. O nível de gravidade dos cortes advém da possível combinação de alguns fatores: a laceração mecânica da pele pela estrutura cortante do exoesqueleto compacto calcário, com a penetração de material estranho na ferida, contato com a parte viva do coral (tentáculos com nematocistos) e possibilidade de infecção secundária. O contato simples, sem escoriação, com a parte viva dos corais apresenta particularidades semelhantes aos acidentes com as hidras, onde os danos são quase sempre mais brandos e, em alguns casos, imperceptíveis. Deve-se, no entanto, evitar o manuseio dos corais vivos com as mãos desprotegidas.

Aspectos Médicos Gerais

Os sintomas produzidos pelos acidentes com os celenterados variam de acordo com a espécie envolvida, o local atingido e o peso, sensibilidade e estado de saúde da vítima. As propriedades peçonhentas de um celenterado dependem, não somente da composição química da própria peçonha, mas também da quantidade de nematocistos descarregados e da capacidade dos mesmos de penetrar na pele da vítima. Os acidentes provocados pelos hidróides e plumas-do-mar costumam ser apenas irritações locais na pele. Os provocados pelas medusas, anêmonas-do-mar e corais produzem reações similares, mas geralmente são acompanhados por sintomas gerais. Já os sintomas produzidos pelas águas-vivas, medusas e caravelas variam bastante. Algumas produzem lesões suaves, enquanto outras são capazes de causar muita dor local e sintomas generalizados que podem produzir a morte em poucos minutos. Os sintomas mais freqüentes variam de uma leve irritação à uma queimadura com dor pulsátil ou latejante que pode tornar a vítima inconsciente. Em alguns casos a dor é restrita à área do contato, porém, em outros, pode irradiar-se para a virilha, abdômem ou axila. A área que entra em contato com os tentátulos geralmente torna-se hiperemiada, podendo ser seguida de grave erupção inflamatória, flictenas, edema e pequenas hemorragias na pele. Nos casos mais graves, pode ocorrer choque, câimbras, rigidez abdominal, diminuição da sensação de temperatura e toque, náuseas, vômitos, dor lombar severa, perda da fala, sialorréia, sensação de constricção na garganta, dificuldade respiratória, paralisia, delírio, convulsão e morte.

Prevenção Geral

É importante lembrar que os tentáculos de algumas espécies podem atingir uma distância considerável do corpo do animal e, por isso, deve-se evitar sua aproximação. Roupas de neoprene, apropriadas para o mergulho, são úteis para evitar a inoculação da peçonha. Os trabalhadores de águas tropicais devem estar adeqüadamente vestidos para evitar os acidentes com estes seres. Mesmo aparentemente morta e jogada em uma praia, os tentáculos da água-viva podem grudar na pele e, visto que os nematocistos descarregam-se por reações involuntárias, infligir graves lesões. Após uma tempestade um nadador pode sofrer sérias lesões ao entrar em contato com tentáculos que ficam boiando na água. Assim, deve-se evitar a natação em locais habitados pelas águas-vivas e caravelas. Cobrir o corpo com óleo mineral, ou similar, pode ajudar a evitar apenas que os tentáculos grudem na pele. Ao remover os tentáculos de uma vítima, nunca use as mãos desprotegidas. Nematocistos ainda carregados podem inocular a peçonha nas mãos do socorrista e torná-lo outra vítima.

Tratamento Geral

Ao ser inoculada, a vítima deve se esforçar ao máximo para sair da água o mais rápido possível devido ao risco de choque e afogamento. Os primeiros socorros e o tratamento devem ter quatro objetivos principais: minimizar o número de descargas dos nematocistos na pele, diminuir os efeitos da peçonha inoculada, aliviar a dor e controlar sua repercussão sistêmica. O contato inicial com os tentáculos resultam primeiramente em uma modesta inoculação. Os esforços subseqüentes para desvencilhar-se dos tentáculos podem resultar em um considerável aumento nas descargas dos nematocistos. Porém, quanto mais tempo um tentáculo permanecer em contato com a pele, mais nematocistos serão descarregados. Daí a necessidade da remoção cuidadosa dos tentáculos aderidos à pele sem esfregar a região atingida, o que só pioraria a situação. A dor é em geral controlada através do tratamento da dermatite. Ainda assim, a morfina pode ser usada para aliviar a dor mais intensa. O gluconato de cálcio é recomendado para controlar os espasmos musculares. Medidas de suporte utilizadas em terapia intensiva podem ser necessárias nos casos mais graves e complicados. A rotina no tratamento de uma vítima deve seguir os seguintes passos: A primeira medida é lavar abundantemente a região atingida com a própria água do mar para remover ao máximo os tentáculos aderidos à pele. Não utilize água doce, pois ela poderá estimular quimicamente os nematocistos que ainda não descarregaram sua peçonha. Não tente remover os tentáculos aderidos com técnicas abrasivas, como esfregar toalha, areia ou algas na região atingida. Para previnir novas inoculações __ ao desativar os nematocistos ainda íntegros e também neutralizar a ação da peçonha __, banhe a região com ácido acético a 5% (vinagre) por pelo menos 30 minutos ou até que se tenha um alívio da dor (a solução de sulfato de alumínio a 20%, hidróxido de amônia diluído, bicarbonato de sódio, urina e o soro do mamão papaia são alternativas para a falta da substâncias citada). Remova com uma pinça os restos maiores dos tentáculos e tricotomize o local com um barbeador para retirar os fragmentos menores e invisíveis. Aplique antes um pouco de espuma de barbear, talco ou mesmo farinha branca. Não havendo disponibilidade dos utensílhos ou produtos citados para a tricotomia, utilize uma pasta de areia ou lama misturada com a água salgada e raspe o local com uma concha ou um pedaço de madeira com a borda afiada. Reaplique novos banhos de ácido acético. Caso a dor continue, use substâncias sedativas sistêmicas ou bolsas de gelo locais para reduzir os sintomas álgicos. Aplique uma camada fina de hidrocortisona (0,5 a 2%) duas vezes ao dia. Nas reações inflamatórias mais graves utilize anti-histamínicos e corticóides orais. Em caso de infecção secundária use antibióticos com amplo espectro, tópico ou sistêmico, de acordo com a gravidade. Para as lesões e escoriações provocadas pelos corais vivos, os procedimentos devem ser: Banhe vigorosamente a região para remover todo o material estranho aderido e depois lave bem a ferida com água e sabão. Havendo algum corte mais profundo não se deve suturá-lo, pois a ferida costuma infeccionar. Aplique uma pomada antisséptica e cubra com uma bandagem tipo gaze. Troque o curativo diariamente. Mesmo com uma boa assepsia da região, a ferida costuma apresentar cicatrização lenta com moderada a severa inflamação e ulceração. Todo o tecido superficial morto deve ser debridado regularmente até que se tenha a formação de um tecido granulado e sadio. Havendo infecção secundária, utilize antibiótico com amplo espectro, tópico ou sistêmico, de acordo com a gravidade.

Fonte: Instituto Ecológico Aqualung

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