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Archive for abril, 2011

Sérgio da Costa Ramos

abril 18th, 2011 by

Falta maresia no Centro

Antigo trapiche da Beira-Mar, substituído por um quase igual depois de 3 anos interditado

Dizer que falta mar numa ilha pareceria bizarro. Mas um ilhéu florianopolitano entende o que se quer dizer quando alguém lamenta a retirada do mar do Centro “nervoso” da Ilha-Capital.

Houve um momento em que ainda era possível abrir um braço de mar no aterro da Baía Sul adentro, para que o “oceano” pudesse entrar entre os beirais manuelinos, embalando as canoas e os barcos um dia retratados por Eduardo Dias.

Canoas coloridas, com nomes açorianos – como “Angra do Heroísmo” e “Ilha Terceira” – cheirando a algas e tintas frescas, ancoravam no cais do Mercado, orquestradas pelo marulhar lento ou violento, dependendo do vento. Canoas que traziam o pescado para as bancas do casarão amarelo: as tainhas, as ovas, os camarões.

Hoje, os frutos do mar chegam no freezer de um caminhão frigorífico – tudo bem, não vamos querer uma “regressão” ao útero da história. Mas todo ilhéu sente saudades do mar à sua porta – “ele”, que foi expulso pelo aterro e pela sua ocupação predatória.

Lá pelo ano 2000 o arquiteto André Schmidt venceu um concurso de arquitetura urbana, sob o patrocínio da Prefeitura. Nele, o mar era devolvido ao centro da cidade. “Entrava” aterro adentro, abria uma meia-lua até a beira da praça da Alfândega e do Mercado. Criava um “porto abrigado” e uma “Promenade”, com barzinhos e outros equipamentos de turismo à beira desse novo “mar”, extensão da Praça XV.

Delírio, utopia? Plantaram tantos “aleijões” no espaço acrescido que qualquer modificação supressiva pareceria um contrassenso.

Com determinação, férrea vontade política e um “consenso” que essas questões jamais galvanizam, o projeto seria totalmente exequível.

Hoje, conformados, os ilhéus tomam o seu aperitivo no Mercado, sem vista pro mar. Têm que se contentar em vê-lo numa fotografia antiga, tom sépia, verdadeiro “telegrama” da memória.

Pedro Álvares Cabral, está provado, levantou ferros a partir do “trapiche” da Torre de Belém. Se fosse desembarcar na Ilha, sentiria falta do antigo trapiche da Alfândega.

Tivemos vários em Floripa. O do Veleiros da Ilha (único sobrevivente), o do Miramar, o da Alfândega, os da Rita Maria, o do Estaleiro Arataca e o da Praia de Fora. Numa época romântica, pré-ponte Hercílio Luz, as balsas e os trapiches serviam o povo.

Trapiches são marinas. Que mal há em modernizá-los e equipá-los com banheiros, bares e instalações decentes?Se esse vezo irracional de criar dificuldades para a implantação de marinas pontificasse na Lisboa dos “Descobrimentos”, o mais famoso dos trapiches de Lisboa seria embargado – ali, no colo do rio Tejo.

Não teria existido a Torre de Belém e o Novo Mundo estaria por ser descoberto.

Nem essa implicância explica a subtração do mar desse “poema ao luar”, como diz o verso famoso do Rancho de Amor à Ilha.

Fonte: ClicRBS

Lua cheia

abril 17th, 2011 by

Mais uma bela lua cheia.

Boa semana!!

Foto: Ararê

Uma outra maneira de se divertir

abril 16th, 2011 by

Os jets ficaram maiores, mais seguros, confiáveis e econômicos. São uma boa opção para quem gosta de chegar rápido nos lugares.

Têm boa autonomia (maior que muitas lanchas) e são mais adaptados a nossa terrível gasolina que os motores de popa.

E ainda com a vantagem de poderem ser rebocados facilmente.

Marinha e Bombeiros na busca de adolescente desaparecido no mar

abril 15th, 2011 by

Oito homens integram a operação na Baía Sul, próximo às pontes de acesso e saída à llha de Santa Catarina

Sâmia Frantz  |  samia.frantz@horasc.com.br

Botes infláveis estão sendo utilizados nas buscas – Charles Guerra / Agencia RBS

Continuam na manhã desta sexta-feira as buscas ao adolescente desaparecido durante uma aula de remo na Baía Sul, próximo às pontes de acesso e saída à Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis.

Oito homens da Marinha e do Corpo de Bombeiros integram a operação, com o auxílio de três botes infláveis. Um jet ski também foi usado.

As buscas estão sendo feitas num raio de três quilômetros do local onde o jovem desapareceu. Na hora do acidente, às 16h de quinta-feira, ventava forte, o que pode ter motivado a virada do barco em que a vítima estava.

A operação vai continuar ao longo desta sexta-feira até encontrar alguma pista do jovem ou até que as condições climáticas permitam.

HORA DE SANTA CATARINA

Plataforma começa a afundar no Golfo do México

abril 14th, 2011 by

A companhia petroquímica mexicana Petroleos Mexicanos, também conhecida como Pemex, anunciou nesta quarta (13) que conseguiu retirar 638 funcionários de uma plataforma que começou a afundar nesta terça-feira (12), no Golfo do México.

Outras 75 pessoas continuam na plataforma aguardando resgate ou trabalhando em sua recuperação.

A plataforma Júpiter não realizava exploração de petróleo e servia apenas como dormitório para os funcionários que trabalhavam em alto-mar, explicou a empresa. Portanto, não houve vazamento de óleo nas águas do golfo. Ainda segundo um porta-voz da empresa, nenhum funcionário se feriu.

A Pemex reforça que nem a produção nem as atividades da empresa na região foram afetadas.

A plataforma, localizada a 80km da costa de Ciudad de Carmen, começou a inclinar devido a uma falha mecânica e, na madrugada de quarta, estava com metade de sua extensão submersa. Uma equipe de mergulhadores trabalha na estabilização da Júpiter.

Os funcionários da Pemex retirados foram levados de navio para outra plataforma.

Acidentes

A região do México possui um histórico trágico em relação a acidentes com empresas de petróleo. Apenas em 2010, 39 pessoas morreram em acidentes.

Em dezembro, uma explosão em um duto da Pemex matou 28 pessoas na comunidade mexicana de San Martín.

Em outro acidente, uma explosão em uma plataforma de petróleo da BP matou 11 trabalhadores e derramou mais de 757 milhões de litros de óleo no mar, de acordo com estimativas do governo americano, causando um dos maiores desastres ambientais da década.

Fonte: Portal Marítimo

Schaefer Yachts e Projeto Pescar oferecem iniciação profissional a jovens

abril 14th, 2011 by

O estaleiro catarinense referência nacional em lanchas de luxo, Schaefer Yachts, firmou parceria com o Projeto Pescar e vai levar a chance de iniciação profissional na indústria náutica a jovens da região de Biguaçu.

Com mais de 35 anos de história, a iniciativa promove desenvolvimento pessoal de cidadania e conhecimento técnico nas áreas da indústria, imagem pessoal, turismo, informática, gestão, comércio, comunicação, agropecuária e construção civil. Esta é a primeira experiência do Projeto Pescar no mundo náutico.
“Além de darmos uma oportunidade a jovens em vulnerabilidade social, temos certeza de que a ideia vai incrementar o mercado de trabalho e a vida pessoal desses jovens”, afirma Márcio Schaefer, presidente da Schaefer Yachts.
O curso Iniciação Profissional em Produção Náutica terá inicio no próximo dia 18 de maio, no Centro de Design da empresa, em Biguaçu. As aulas acontecerão de segunda a sexta, das 8h às 11h30, e vão abranger as áreas de desenvolvimento pessoal, contemplando saúde, família, meio ambiente, comunicação e tecnologia, ambiente de trabalho e empreendedorismo, e conhecimento técnico – um apanhado de todas as atividades realizadas no estaleiro, desde os desenhos técnicos, passando pela produção das embarcações e, finalmente, pela entrega técnica ao cliente.
As aulas técnicas serão ministradas por profissionais da empresa e a parte de Desenvolvimento Pessoal contará com a parceria de voluntários da região de Biguaçu. O período de inscrições vai de 18 a 29 de abril. Mais informações pelo fone (48) 9651-6748.
Fonte: Portal Naval

Cores do outono

abril 13th, 2011 by

Mais um belo dia em Florianópolis..

Fotos: Ararê

Florianópolis

abril 10th, 2011 by

As pontes e a cidade…

Florianópolis e as pontes from Ararê on Vimeo.

Só porque é domingo!!

abril 10th, 2011 by

Dia de ir à praia!!!


Barcos…

abril 7th, 2011 by

Alguns barcos entre Bombinhas e Porto Belo, SC.

Athobá, esse é velho conhecido do tempo do mergulho…

Mais fotos no Blog Ararê – Viagens

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