Entrar



Archive for julho, 2011

Baleia faz acrobacias para grupo que a salvou de rede de pesca

julho 18th, 2011 by

Uma baleia jubarte, que foi salva por três homens no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos,  parece ter ficado tão feliz pelo resgate que agradeceu fazendo mergulhossaltos de tirar o fôlego das pessoas que a ajudaram, segundo informações do jornal Daily Mail nesta segunda-feira (18/7). As imagens da performance do mamífero foram capturadas logo após o animal ter sido resgatado de uma rede de pesca.

Quando o barco do grupo se aproximou, a baleia estava enroscada nas linhas, com sua cauda e nadadeiras imobilizadas. No início, os homens pensaram que a baleia estaria morta, já que ela estava boiando na superfície da água. De repente, ouviram o animal respirar e decidiram agir.

Michael Fishbach e seus amigos pularam na água para tentar libertar a jubarte. “Quando meu olhar se encontrou com o da baleia, a única coisa que eu queria dizer é que estávamos lá para ajudá-la”, contou ao jornal Daily Mail. “A visão de uma criatura tão grande e bela toda enroscada e tão perto da morte foi esmagadora”, disse Fishbach que confessou ter ficado com medo da baleia. Apesar de ferida e assustada, ela poderia até matá-lo com algum movimento brusco.

Michael voltou ao barco, pegou uma pequena faca e tentou cortar as cordas. O trio conseguiu libertar uma das barbatanas, mas a baleia sentiu-se livre e começou a nadar, puxando o barco de Fishbach com ela. Finalmente, o trio conseguiu cortar mais cordas e, cerca de uma hora depois, o animal estava completamente livre e deu um show de acrobacias em agradecimento aos seus libertadores.

“Ficamos muito orgulhosos e emocionados por termos salvo uma vida tão jovem e fantástica. Foi uma experiência incrível que nunca vamos esquecer”. Afirmou Michael.

Uma garota que estava assistindo a cena disse: “Eu sei o que ela está fazendo. Ela está nos mostrando que está livre”. Sua mãe completou: “acho que ela está fazendo uma dança de agradecimento”.

Todo ano, Michael passa dois meses durante o inverno fotografando baleias no golfo da Califórnia, também conhecido como Mar de Cortés. Além disso, ele também é co-fundador da Great Whale Conservancy (GWC), que atua na proteção da baleia-azul.

Fonte: Globo.com

Hoje é sexta-feira!!

julho 15th, 2011 by

Aberta a temporada de observação de baleias

julho 15th, 2011 by
Em Imbituba, está todo mundo de olho no mar, pois as baleias franca já estão por aqui, apareceram mais cedo em 2011 mas hoje, dia 15 de julho inicia oficialmente a temporada das baleias francas. Ao todo, 18 baleias já foram vistas. Elas vêm de longe, nadam cerca de 3 mil quilômetros para chegar ao litoral sul de Santa Catarina para dar à luz, amamentar os filhotes de baleia franca, que já nascem com cinco toneladas e mamam, em média, 300 litros de leite por dia.

Quando? Onde?
De julho a novembro, com pico na 2ª qinzena de agosto a 1ª de outubro! A AGTA prepara seu receptivo e acompanha você
Em Imbituba, Santa Catarina.

Que tamanho tem uma Baleia Franca?
As fêmeas podem atingir mais de 18 metros de comprimento, e os machos, um pouco menos.

Como diferenciar uma Baleia Franca de outras baleias?
O corpo é negro e arredondado, sem nadadeira dorsal, e a cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total, nela destacando-se a grande curvatura da boca. O ventre (região da barriga) apresenta manchas brancas irregulares.

Quanto pesa uma Baleia Franca?
Cerca de 60 toneladas. A camada de gordura que reveste o corpo das baleias francas pode chegar a 40 centímetros de espessura em alguns pontos

A que velocidade podem as Baleias Francas nadar?
São animais relativamente lentos, atingindo cerca de 12 quilômetros por hora em deslocamento normal. Velocidade que poderíamos alcançar em um veleiro pequeno.

As fêmeas vêm da Antártida para o litoral brasileiro para o período de reprodução e nadam cerca de 30 dias até chegarem a SC.

O que mais impressiona ao avistar uma baleia?

O silêncio respeitoso e emocionado que causa aos turistas a bordo ante sua passagem, um respeito que ela nos impôe, sua imagem e som são inesquecíveis. Depois ela nos olha devagar e segue sua vida. E isso muda a nossa vida!

Quando conhecemos, preservamos. Venha para Imbituba e “visite” as Baleias Franca! Nós da AGTA teremos prazer em acompanhá-los!

Observação de baleias em Imbituba
Nosso receptivo fica na Av. Beira Mar – Praia da Vila, anexo ao Restaurante e Pousada O Jangadeiro. Todas as informações sobre nossos passeios podem ser obtidos em nosso site http://juliocesarcetaceo.blogspot.com/.

Reservas e informações: (48) 9948 2224  / 9977 6352

Não se engane, caminhe com quem conhece.
Chame um Guia/ Condutor credenciado
Para mais informações faça contato, teremos prazer em atender.
Abraços Julio Cesar.

Família Schürmann encontra o submarino alemão U-513

julho 15th, 2011 by

Vilfredo Schürmann fez o comunicado direto do veleiro Aysso, no litoral de Santa Catarina

A família Schürmann encontrou nesta quinta-feira, no Litoral Norte de Santa Catarina, o submarino alemão U-513, naufragado em 19 de julho de 1943. Ele foi encontrado a 75 metros de profundidade. Foram dois anos de buscas até encontrar a embarcação nazista conhecida como Lobo Solitário.

O comunicado foi feito via satélite na noite de quinta-feira direto do veleiro Aysso pelo velejador e capitão da expedição, Vilfredo Schürmann. A família deve chegar em Itajaí nesta sexta-feira, quando irá mostrar imagens e aprofundar as informações.

Desde a 2ª Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra, pelo menos 10 submarinos alemães afundaram na costa brasileira. Apenas este foi encontrado. Ele pertencia ao capitão Friedrich Fritz Guggenberger, condecorado por Adolf Hitler com a Cruz de Ferro por ter abatido um porta-aviões inglês — e capturado pelos aliados justamente em Santa Catarina.

Fonte: ClicRBS

Mais sobre o U-513 aqui.

Veja o vídeo promocional da Família Schürmann


Conheça e ajude a acabar com o Finning

julho 14th, 2011 by

Texto de Marcelo Szpilman*

Muito se fala sobre a prática do finning, mas poucos sabem quando essa crendice surgiu e como ela evoluiu a ponto de ameaçar a sobrevivência de dezenas de espécies de tubarões ao redor do Planeta. Para combater essa sandice perversa, é preciso conhecê-la. E nada melhor do que começar pelo início.

A Origem do Consumo de Nadadeiras de Tubarão

Durante a Dinastia Sung, entre 960 e 1279, um pequeno grupo da elite chinesa começou a consumir uma espécie de macarrão gelatinoso feito a partir da cartilagem das nadadeiras de tubarão e o prato ficou conhecido como “sopa de barbatana de tubarão”. Seu consumo e comercialização mantiveram-se restritos até a dinastia Ming, no século XV, quando um almirante chinês, chamado Cheng Ho, na volta de uma viagem à África, trouxe centenas de quilos de nadadeiras de tubarão que os africanos descartavam em favor da carne. A sopa de barbatana de tubarão ganhou então popularidade e tornou-se um prato muito oferecido nos banquetes formais da elite dominante durante toda a Dinastia Ming.

Quando o Partido Comunista Chinês assumiu o poder em 1949, com Mao Tsé-Tung, a sopa de barbatana de tubarão, sendo uma iguaria apreciada por elites, tornou-se politicamente incorreta durante toda a Revolução Cultural. A desaprovação de seu consumo fez com que o prato ficasse meio esquecido no tempo. Porém, de forma a poder consumi-la dissociando o aspecto elitista, a sopa de barbatana de tubarão passou a ser apregoada como um prato afrodisíaco e tornou-se mais uma dentre as inúmeras aberrações predatórias e criminosas que vemos ao redor do mundo, especialmente no Oriente, como a crença irracional de que partes de animais possam trazer benefícios à saúde do homem ou curar suas doenças. Ainda assim, seu consumo manteve-se relativamente restrito ao mercado “terapêutico”.

A Explosão do Consumo

Tudo mudou no final da década de 1980, quando Deng Xiaoping instituiu reformas econômicas e mudanças culturais que geraram uma nova classe média e uma nova classe alta na China. E essa nova elite passou a buscar maneiras e símbolos de exibir sua riqueza e seu status. Comprar arte (incluindo as peças produzidas pela filha de Deng) foi um caminho. Consumir e oferecer sopa de barbatana de tubarão foi outro meio. A iguaria foi reabilitada, tornou-se um refinado prato da culinária chinesa e seu consumo deu a essa nova elite o sentimento de fazer parte da nova aristocracia chinesa.

Com a globalização e o forte crescimento econômico chinês, em cerca de 10 anos mais de 300 milhões de chineses prosperaram e ascenderam ao grupo dos ávidos por mostrar seu novo status. Assim, a sopa de barbatana de tubarão passou a ser um prato obrigatório na China em quase todas as grandes recepções e banquetes e nas refeições de negócios importantes. O mercado chinês de barbatanas explodiu e a demanda por nadadeiras de tubarão cresceu dramaticamente.

O Finning

A pesca de tubarão, praticada há milênios, sempre foi uma atividade lícita e as nadadeiras eram apenas mais um dos itens a serem aproveitados e comercializados. Um cação de porte médio fornece cerca de 5% a 8% de nadadeiras, 35% de filé, 13% de fígado (rico em óleos, contendo as Vitaminas A e D), 9% de pele (utilizada na confecção de artigos de couro) e 35% de resíduos (transformados principalmente em farinha de peixe para a ração de cães e gatos).

A partir dos anos 1990, para suprir a forte demanda do lucrativo comércio mundial de barbatanas de tubarão, as nadadeiras passaram a ser o objetivo principal e único desse tipo de pesca. Começou aí o que se denomina Finning, a pesca ilegal para obtenção exclusiva das nadadeiras dos tubarões, uma das mais cruéis e perturbadoras perseguições realizadas pelo ser humano. Mesmo que essas nadadeiras fossem diretamente para o prato de crianças famintas, seria um total despropósito. Mas não é para isso que são ceifadas.

Parte do problema advém de dois fatores que se conjugam com a ganância humana: a carne das espécies cujas nadadeiras são muito valorizadas, como os martelos e azuis, alcançam preços baixos no mercado e as embarcações de pesca têm limites físicos de armazenagem. Como a indústria pesqueira obtém em torno de US$ 50.00 por quilo de nadadeira seca ao sol contra US$ 1.50 por quilo da carne de tubarão, que deve ser processada e refrigerada adequadamente no porão da embarcação, fica fácil entender porque o pescador, ao capturar um tubarão, prefere cortar fora suas nadadeiras e atirar seu corpo de volta ao mar. Muitas vezes vivo, mas mortalmente aleijado, o animal afunda para morrer sangrando, comido por outros peixes ou para apodrecer no leito do mar.


Um bom exemplo vem do biólogo e pescador Sergio Jordão, dono da Fisherman do Brasil, indústria de transformação de peixes e frutos do mar, que trabalhava com a carne do tubarão-azul e há quase um ano parou em função do finning. Segundo ele, que acha uma absurdo “a galha valer mais do que o cação”, um “jogo completo” de nadadeiras (1 dorsal, 2 peitorais, 1 anal e 1 caudal inferior) de um tubarão-azul de 40 kg pesa aproximadamente 3,5 kg, que o pescador vende ao atravessador por R$ 75,00/kg. Ou seja, recebe R$ 265,00 pelas nadadeiras, enquanto o “charuto” (corpo sem cabeça e nadadeiras) poderia lhe render no máximo R$ 90,00 (30 kg x R$ 3,00).

Não se tem um número preciso da quantidade de tubarões-azuis capturados em nossas águas, mas nas costas do Havaí o tubarão-azul desaparece ao ritmo de 50 mil animais por ano, capturados exclusivamente por suas nadadeiras. Nos mercados asiáticos, onde o quilo de barbatana do tubarão-azul pode atingir US$ 120.00, a sopa de barbatana de tubarão é vendida nos restaurantes finos, como em Hong Kong, por até US$ 150.00 o prato.

Envolvidos hoje nesse “grande negócio”, atendendo à demanda crescente por barbatanas, cerca de 120 países, incluindo o Brasil, matam 70 milhões de tubarões por ano em todos os oceanos. Espanha, Portugal, Reino Unido e França estão entre as nações TOP 20 responsáveis por 80% da captura global de tubarões. Somente os barcos espanhóis são responsáveis pelo suprimento de 25% das barbatanas vendidas em Hong Kong. Para se ter uma ideia do tamanho dessa demanda, somando-se aos 300 milhões de chineses das classes média e alta, mais de 500 mil chineses já são considerados milionários. E esse grupo enorme de consumidores de sopa de barbatana de tubarão cresce ao ritmo de 10% ao ano.

Os Impactos do Finning

A pesca para obtenção das barbatanas de tubarão é uma ação predatória progressiva, constante e silenciosa. É insustentável e está ameaçando seriamente a sobrevivência das populações de tubarões __ 43% das espécies de tubarões em nosso litoral já estão ameaçadas de extinção. Se nada for feito, dezenas de espécies, cujas populações declinaram em até 90% nos últimos 20 anos, estarão extintas nas próximas décadas.

Significa dizer que em pouco tempo não haverá mais tubarões “produzindo” nadadeiras. Já está mais do que na hora de reavaliar como estamos usando os escassos recursos marinhos para satisfazer nossas necessidades e desejos. Apesar de grandiosos, os oceanos não suportam mais nossos hábitos tradicionais de consumo. Estamos exaurindo as fontes e levando os mares ao limite da sustentabilidade para diversas populações de animais.

A sociedade e nossos governantes precisam entender que os tubarões têm um valor intangível para a Natureza e para os seres humanos. Eles exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares. Sem esses guardiões dos oceanos, teremos um ambiente doente e frágil e os decorrentes desequilíbrios nos ecossistemas marinhos serão imprevisíveis e catastróficos para a humanidade. Mas o valor dos tubarões vivos vai além da questão puramente ecológica ou emocional.

Alternativas Econômicas ao Finning

Um recente estudo australiano demonstrou que, ao longo de sua vida, os tubarões do arquipélago de Palau (que tem legislação banindo o shark finning de suas águas) trazem, por ano, US$ 18 milhões para o turismo de mergulho com tubarões e representam ainda US$ 2 milhões para economia da pequena nação. Ou seja, considerando o aspecto puramente financeiro, um tubarão mantido vivo pode valer milhares de vezes mais do que um tubarão morto. Não é mais concebível que os tubarões acabem futilmente em uma tigela de sopa de barbatana. Temos que rever a forma como aproveitamos economicamente esses “recursos” maravilhosos para não cairmos num buraco sem volta.

A Comprovação do Finning no Brasil

Um recente estudo realizado na Universidade New Southeastern, na Flórida (EUA), analisou o material genético de 177 tubarões-martelo da costa brasileira, do Caribe, do Golfo do México e dos oceanos Pacífico e Índico e confrontou os dados com o DNA de 62 nadadeiras de tubarões da mesma espécie à venda em Hong Kong __ um dos maiores mercados no mundo onde a barbatana de tubarão pode custar até US$ 700 o quilo. O estudo concluiu que 21% das nadadeiras vinham do Oceano Atlântico Ocidental, área que inclui o Brasil. Ou seja, existem pescadores no Brasil participando da pesca ilegal e do tráfico de barbatanas de tubarão.

Legislações e Iniciativas contra o Finning

Brasil – A Portaria do Ibama nº 121/1998 proíbe a rejeição ao mar das carcaças de tubarões dos quais tenham sido removidas as barbatanas e somente permite o transporte a bordo ou o desembarque de barbatanas em proporção equivalente ao peso das carcaças retidas ou desembarcadas. Para efeito de comprovação dessa proporcionalidade, o peso total das barbatanas não pode exceder a 5% do peso total das carcaças. Nos desembarques, todas as carcaças e barbatanas de tubarões devem ser pesadas. Nota: a legislação é boa, mas de difícil emprego, controle e fiscalização.

Estados Unidos – O Congresso americano aprovou em dezembro de 2010 uma nova legislação exigindo que todos os tubarões capturados legalmente em águas norte-americanas devem ser desembarcados com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal. Nota: essa legislação é muito boa e pragmática e serviu de exemplo para nossa campanha.

Hawaii – No início de 2010, o Estado do Hawaii, com o objetivo de banir a sopa de barbatana de tubarão, aprovou uma lei proibindo a posse, venda, comércio e distribuição de barbatanas de tubarão.

Califórnia – No início de 2011, o Estado da Califórnia, como fez o Hawaii, aprovou uma lei proibindo a posse, venda, comércio e distribuição de barbatanas de tubarão.

União Europeia – No início de 2011, por iniciativa da Project AWARE Foundation (ligada à PADI), o Parlamento Europeu endossou uma resolução para banir o Shark Finning, propondo a proibição da remoção das nadadeiras dos tubarões à bordo das embarcações europeias.

Washington – Em maio de 2011, a governadora do Estado de Washington (EUA) assinou uma lei proibindo o comércio de barbatanas de tubarão.

Bahamas – No início de julho de 2011, o governo das Bahamas aprovou uma lei banindo o shark finning de suas águas e proibindo o comércio e exportação de produtos de tubarão. O Arquipélago se juntou a Honduras, Maldivas e Palau, que já têm legislação semelhante.


Ajude acabar com essa Prática Insustentável!

Assine o abaixo-assinado acessando o link http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N5037

Proteger os tubarões é proteger a vida, é proteger a nós mesmos!

Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA)

Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail:  instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br

Apoio FUN DIVE


*Marcelo Szpilman, Biólogo Marinho formado pela UFRJ, com Pós-Graduação Executiva em Meio Ambiente (MBE) pela COPPE/UFRJ, é autor dos livros GUIA AQUALUNG DE PEIXES, AQUALUNG GUIDE TO FISHES, SERES MARINHOS PERIGOSOS, PEIXES MARINHOS DO BRASIL, e TUBARÕES NO BRASIL, e de várias matérias e artigos sobre a natureza, ecologia, evolução e fauna marinha publicados nos últimos anos em diversas revistas e jornais e no Informativo do Instituto. Atualmente, Marcelo Szpilman é diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor e Redator do Informativo do citado Instituto, diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) e membro da Comissão Científica Nacional (COCIEN) da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

Vi no ClicRBS

The Green Lake (Áustria)

julho 13th, 2011 by

As imagens do Green Lake em Tragöß, na Áustria, são espetaculares. O parque fica localizado aos pés das MontanhasHochschwab, que passam boa parte do ano cobertas de neve. Porém, quando as temperaturas começam a aumentar, toda a neve do alto das montanhas derrete e as águas correm em direção à parte mais baixa do parque. A água cristalina logo assume a coloração verde por causa da grama e das árvores e arbustos que compõem o local. Ao fim da primavera, início de verão, as águas chegam a 10 metros de profundidade, atraindo mergulhadores de todas as partes interessados nesse fenômeno raro que dura até julho.

Fonte: raphanomundo

Baleias Francas

julho 11th, 2011 by

A AGTA sabe como ajudá-lo a descobri-los.

Ver baleias de perto pode ser uma experiência transformadora. Existe uma grandeza singular no jeito que elas se movimentam, brincam, saltam. E uma audácia ainda maior na sobrevivência da espécie a séculos de caça às baleias. Quem vê tem certeza de estar diante de seres superiores da natureza. As baleias francas austrais migram da Antártida para a Argentina, para o sudoeste da costa africana, e  para o sul do Brasil, principalmente para Santa Catarina em Imbituba, onde literalmente convivem com moradores e turistas, de julho a novembro.

Os passeios embarcados de observação do baleias realizados pela AGTA são seguros, cheios de adrenalina. O guia vai explicando o comportamento dos animais. Os filhotes, por exemplo, tocam com a cabeça o corpo da mãe pedindo para mamar e a fêmea expele dezenas de litros de leite na água, um líquido quente e espesso. As baleias que nadaram milhares de quilômetros para dar a luz estão sempre atentas aos filhotes de quatro toneladas, impedindo que eles se percam. Usam a comunicação sonora e são capazes de gestos de extrema ternura, como boiar de barriga para cima carregando o filhote no corpo, mexendo as nadadeiras peitorais como quem passa a mão no dorso do bicho.

.

Então, o que você está esperando para se programar????

Venha  celebrar a Vida e viver emoções!

Nós da AGTA preparamos seu receptivo.

Reservas e informações pelos fones: (48) 9948-2224 ou (48) 9977-6352

Email: roteiro.sul@hotmail.com

Praia da Armação

julho 9th, 2011 by

Praia da Armação em Florianópolis.

Barreira de pedras montada no ano passado para impedir o avanço do mar nas casas.

Várias foram destruídas, e a praia ficou assim. Só sobrou um pequeno espaço que hoje é utilizado pelos pescadores para colocar e retirar os barcos da água.

Barcos de pescadores.

E também umas gaivotas curiosas….

.

.

.

.

.

.

Hoje é sexta-feira!

julho 8th, 2011 by

E vai ter sol no final de semana!!

Boas navegadas!!

Santa Catarina registra as primeiras aparições de baleias francas

julho 7th, 2011 by

Equipe responsável pelo monitoramento avistou 15 mamíferos entre sábado e quarta-feira

Baleia Franca pode pesar mais de 70 toneladas e atingir 18 metros de comprimento
Foto:Priscila Couto / / PBF

Está oficialmente aberta a temporada de baleias no litoral catarinense. Entre sábado e quarta-feira a equipe do Projeto Baleia Franca (PBF/Brasil) registrou a chegada de 15 mamíferos da espécie. Doze delas estão na região entre Cabo de Santa Marta, em Laguna, e Guarda do Embaú, em Palhoça. Entre as baleias foi identificada uma mãe com o filhote.

No período do inverno, é comum avistar baleias francas no Litoral de Santa Catarina. A maioria dos indivíduos avistados estão em pares de fêmea e filhote, porém adultos solitários ou em grupos sociais também têm sido avistados.

As 15 baleias, três no sábado e o restante na terça e quarta-feira, foram avistadas por um grupo de pesquisadores em treinamento desde junho, como explicou a Diretora de Pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch.

— O monitoramento das praias da região iniciou durante o treinamento, mas somente no sábado avistamos os primeiros indivíduos. Eram 3 adultos, entre eles um fêmea que se aproximou do costão de Itapirubá realizando diversos movimentos que permitiram a visualização da região ventral e determinação do sexo.

A baleia franca austral é uma espécie bastante dócil, nadando geralmente muito próxima à praia, logo após a arrebentação das ondas. Além das calosidades típicas existentes na cabeça, ela é identificada por ter o corpo predominantemente preto, apresentar nadadeiras peitorais em formato trapezoidal, cauda larga e pontuda.

Este mamífero pode pesar mais de 70 toneladas e atingir 18 metros de comprimento. Os filhotes nascem após um ano de gestação, variando entre 4,5 a 6 metros de comprimento, pesando de cinco a seis toneladas, e permanecem com a mãe durante todo seu primeiro ano de vida.

DIÁRIO CATARINENSE