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Archive for fevereiro, 2012

De Miami até as Bahamas de jet ski

fevereiro 17th, 2012 by

O jet ski é um dos melhores meios de se navegar. Rápido, seguro e divertido.

É usado para salvamentos pela Marinha e Bombeiros.

Mas para o público em geral é uma máquina assassina.

Essa imagem se deve a alguns casos de acidentes causados por bêbados e/ou irresponsáveis e mostrados em jornais e televisões em matérias provavelmente feitas por pessoas que querem somente sensacionalismo barato.

Aqui no Brasil o jet ski só pode navegar em águas abrigadas, nunca em mar aberto. A Marinha do Brasil determinou isso e ponto. Nunca explicou o porquê.

Se você mora na Flórida, nos Estados Unidos, pode pegar seu jet ski e navegar até as Bahamas, a 100 milhas náuticas de lá.

Isso é apoiar e desenvolver a náutica. Mas como tudo aqui nessepaís, é mais fácil proibir do que regulamentar.

Vejam no vídeo abaixo como é ser o proprietário de um jet ski no Estados Unidos, que por sinal, custa a metade do que custa aqui.


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Para espantar o calor

fevereiro 13th, 2012 by

Vi no Horse’s Mouth

Águas transparentes

fevereiro 11th, 2012 by

Quem não gosta??

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Bom domingo!!!

Hoje é… Sexta-feira!!!

fevereiro 10th, 2012 by

Dia de começar a comemorar o final de semana!!

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Mar é para ser singrado

fevereiro 8th, 2012 by

Sérgio da Costa ramos

Tomara que o dia tenha amanhecido translúcido, como o céu do primeiro dia da [Criação], e que o perfil do Cambirela se recorte contra o azul infinito, sem qualquer nuvem a lhe toldar o nariz.

Se está fazendo um belo dia de sol, será mais um dia para fruir os cenários da Ilha e agradecer ao Senhor dos Passos, pela terra em que vivemos, aquela em que [Ele] próprio escolheu para “viver”, a Desterro de 1747.hoje indfo er ao Senhor dos Passoas, aproveitando que estle estarahim Sued

– Ah,meu Senhor Jesus dos Passos, que bela ilha escolhemos pra exercer esse tão duro ofício, viver! Agora, precisamos de trapiches para embarcar em nossas canoas bordadas, nossas baleeiras açorianas, nossos caíques de pobres e até em nossas lanchas de ricos – pois o mar é “nostro” e  é o mesmo mar sobre o qual um dia caminhaste e realizaste o milagre da multiplicação dos peixes!

O mar é o verdadeiro espelho do Céu, já poetara Fernando Pessoa, contemplando o Tejo da Torre de Belém, quem sabe numa bela manhã de fevereiro,  como a desta quarta-feira, em que a preguiça bóia com a lerda singradura de alguma baleeira riscando a baía sul, entre o antigo Miramar e o Praia Clube.

Vejo o poeta Pessoa contemplar o nosso mar e pensar porque através dele não se aventuram mais os ilhéus e as suas sereias, mais os marinheiros e os  navegantes de fim-de-semana – ou não será mais esta  Ilha uma porção de terra cercada de mar por todos os lados?

Percebo um laivo de tristeza no poeta, cuja alma portuguesa se apressa a nos lembrar: “mar foi feito para ser singrado”. O poeta pensou no mar e naqueles bravos que nos deram a vida para desbravá-lo, pavimentando com  destemor a sua estrada de ondas e espumas. Um dia, o bardo já havia escrito:

–  Por te cruzarmos, quantas mães choraram/ Quantos filhos em vão rezaram!/Quantas noivas ficaram por casar/ Para que fostes nosso, ó mar!

E, no entanto, aqui, nesta ilha dos mares do sul, o poeta pressente que “este mar ainda não é nosso”. Um mar sem trapiches é como um rio sem pontes! – sopraria o poeta Vinicius, solidário com todos os heterônimos do colega luso.

E, contemplando a beleza indizível de Itaguaçu, Vinicius de Moraes lembraria a crônica do velho Rubem Braga, enaltecendo a reverência portuguesa pelo mar e pelos seus navegadores. Descreveria um encontro de lisboetas, no Rio, com o transatlântico luso “Santa Maria”. O belo barco aparecera na enseada de Botafogo, desaparecera atrás do Pão de Açúcar para ressurgir em Copacabana, Ipanema e Leblon, sempre acompanhado pelos “patrícios” –  que o seguiam por terra, e de táxi!

Ao ressurgir ao largo da Avenida Atlântica, já em mar alto, os “portugas” deliravam, atiravam seus chapéus para o alto e gritavam em celebração para os passantes:

– É o Santa Maria! Olha o Santa Maria!

Pois aqui, na Ilha de Santa Catarina, esta visão do grande navio de “…E La Nave Va” não teria sido possível, eis que o velho porto da cidade já não serve mais para nada, desde os anos ditos “dourados” de 1950 e 1960. Época em que  havia até muitos trapiches, mas já não mantinham o canal aberto para os grandes barcos, de calado um pouco mais exigente do que o de uma prosaica baleeira. Com o tempo, até os trapiches sumiram.

Até parece que esta cidade, medularmente marinha, “garrou nojo do mar”, como diria um Mané genuíno. Sabemos que, houve época, o trânsito de embarcações entre a Ilha e o Continente era intenso, como retratou em suas telas memoráveis o “marinheiro” Eduardo Dias.

O que secou não foi o mar.

Foi a vontade política dos que tinham a obrigação de zelar pela boa navegação, mantendo o porto e os trapiches em boas condições de uso – ligando Floripa ao Mundo.


Capitania dos Portos notifica 278 embarcações e apreende 12 na Grande Florianópolis

fevereiro 8th, 2012 by

Três equipes fazem vistorias diariamente na baia Norte e Sul e na Lagoa da Conceição

Uma operação de fiscalização naval da Capitania dos Portos de Santa Catarina já abordou 1.090 embarcações na Grande Florianópolis, sendo que 25% foram notificadas por apresentar alguma irregularidade. As vistorias começaram em 17 de dezembro e devem ser realizadas até o dia 15 de março.

Na alta temporada, as ações são intensificadas com vistorias diárias na baia Norte e Sul e na Lagoa da Conceição para verificar se os condutores estão respeitando os limites de navegação e fundeio, além de estar com a documentação da embarcação, habilitação e material de salvatagem em dia.

Até o último domingo, foram notificadas 278 embarcações por alguma irregularidade e 12 foram apreendidas. As notificações estão relacionadas às ações que possam comprometer a segurança de banhistas e tripulantes. Os problemas mais comuns foram documento da embarcação vencido ou ausência dele, falta de habilitação, tráfego em áreas destinadas aos banhistas (a menos de 200 metros da costa), falta de coletes salva-vidas homologados pela Marinha do Brasil para cada tripulante e embarcação fundeada a menos de 50 metros da praia.

Ação em praias movimentadas

As ações são focadas em praias e locais onde há tráfego mais intenso, conforme o comandante Cláudio da Costa Lisboa. Este ano, as prioridades são as praias do Norte da Ilha, Governador Celso Ramos, no Tinguá e Armação, e Lagoa da Conceição, para atender ao canal da Barra da Lagoa. Além da fiscalização, os condutores são alertados para os cuidados no mar e recebem material informativo.

Para a Capitania dos Portos, as hélices da embarcação merecem atenção especial para os banhistas, passageiros e tripulantes. Em janeiro, uma turista teve o braço gravemente ferido pela hélice de uma lancha, em Canasveiras.

Em praias mais movimentadas, os condutores de barcos, jet ski e barcos à vela devem manter uma velocidade de segurança — ver se há banhistas, embarcações ou obstáculos por perto e quais são as condições do mar — para ter tempo de reação.

Infração no mar

Para o comandante Cláudio da Costa Lisboa, a participação da comunidade é essencial para a prevenção de acidentes. Ele lembra que os banhistas que flagrarem um ato de infração devem fotografar a situação, sem esquecer de registrar o nome e o número da embarcação, que fica na parte de trás ou na proa. (mas antes se informe das leis)

A denúncia pode ser feita pelo telefone (48) 3281- 4800 ou pela internet no email secom@cpsc.mar.mil.br.

Antes de navegar:

1. Confirme que tem em mãos: título de inscrição da embarcação, termo de responsabilidade, bilhete do seguro obrigatório, carteira de habilitação para navegação e documento de identidade;

2. Verifique o equipamento de salvatagem: coletes salva-vidas para todos os embarcados (inclusive crianças), bóias circulares com cabo e extintores de incêndio;

3. Faça uma vistoria rigorosa no motor e no casco;

4. Verifique a previsão do tempo para a região aonde vai navegar;

5. Confira se possui combustível suficiente para o percurso de ida e volta. Reserve 30% para qualquer imprevisto;

6. Avise sua família e/ou marina/iate clube seu destino, previsão de retorno e telefone de contato;

7. Conheça e respeite o Regulamento internacional para evitar abalroamento no mar (RIPEAM), disponível em http://www.mar.mil.br/cpsc/ ;

8. Navegue somente em áreas permitidas de acordo com a categoria de sua habilitação;

9. Respeite os banhistas e as distâncias em relação às margens das lagoas e praias:

a) 200m para embarcações a motor – lembrando que as embarcações devem ancorar a 50m da praia, mas podem se aproximar para embarque e desembarque.

b) 100m para embarcações a vela ou sem propulsão.

10. Para mais informações e denúncias, ligue para a Capitania dos Portos de Santa Catarina (48) 3281-4800.

Fonte: Capitania dos Portos de Santa Catarina

Adriana Maria

adriana.maria@diario.com.br

Fonte: ClicRBS

Hora do lanche

fevereiro 6th, 2012 by

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Fonte: Illusion

Hoje é sexta-feira!!

fevereiro 3rd, 2012 by

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